Paraná

Paraná, região sul do Brasil, fazendo divisa com o Sudeste. Estado de contrastes de frio e calor, como todo o sul, tendo mínimas próximo de zero graus no inverno e temperaturas altas no verão.

Sua capital,  Curitiba, é destaque em urbanismo e cuidados com o meio ambiente.

Antonina

Balsa Nova

Campina Grande do Sul

Campo Largo

Campo Mourão

Cascavel

Castro

Colombo

Curitiba

Fernandes Pinheiro

Foz do Iguaçú

Guaíra

Guaraqueçaba

Guaratuba

Ilha do Mel

Lapa

Londrina

Marechal Cândido Randon

Maringá

Matinhos

Morretes

Paranaguá

Piraí do Sul

Ponta Grossa

Pontal do Paraná

Prudentópolis

Quatro Barras

Rolândia

São José dos Pinhais

Tibagi

Tijucas do Sul

Atrativos Turísticos de Rolândia

Igreja Matriz São José

Em 1942 foi criada a Paróquia de Rolândia. A atual matriz foi inaugurada em 1955. Considerado um dos prédios mais imponentes da cidade, possui em seu interior obras artísticas de grande valor cultural, com destaque para as 14 estações da Via Sacra esculpidas em madeira, traz ainda um Museu de peças sacras que reúne diversos trabalhos de técnicas diferentes. Localiza-se na Avenida dos Expedicionários, 1423.

Capela São Rafael

Inaugurada no dia de Pentecostes em 1937. Sua construção era em madeira, coberta com tabuinhas, lembrando as igrejas das pequenas cidades européias. Em 1958, a nova capela foi construída em alvenaria, com torre revestida de pedras, tendo ao lado, como nas pequenas aldeias alemãs, um cemitério com muitas árvores, e vegetação sobre os túmulos. Localiza-se na Estrada de São Rafael, km 5.


Museu Agrícola da Colonização do Paraná / Museu Japonês

Originou-se a partir do Museu Agrícola de Rolândia, construído para as festas do IMIN 70 (1978). Nele é possível apreciar peças ligadas à agricultura japonesa, como pinturas, minerais, grãos, roupas, além de um jardim japonês típico. Possui uma representação dos imigrantes japoneses através de estátuas e é mantido pela Aliança Brasil-Japão do Paraná. Foi re-inaugurado em junho de 2001 nos festejos dos 93 anos da Imigração Japonesa no Brasil. Informações Tel. (0xx43) 256-5495. Localiza-se na Estrada Rolândia/Pitangueiras, km 5.

Estátua Roland

Presente recebido em 1957 da cidade alemã de Bremen, que representa o cavaleiro medieval Roland, símbolo de liberdade e justiça. Constitui-se em uma réplica de outra existente naquela cidade germânica. Localiza-se na Avenida Presidente Vargas.

Fazenda Janeta

A Fazenda Janeta cuja denominação surgiu por acaso, quando Dr. Erich Koch Weser e sua esposa conversavam com os dois filhos, cujos apelidos são Jan e Eta, descobriram que a aglutinação desses nomes, poderia resultar no vocábulo Janeta, nome este que batizaram a propriedade. Sua sede foi construída nos anos 50, em peroba rosa, por carpinteiros alemães. Atualmente seus novos proprietários alugam a sede a turistas interessados em conhecer os encantos da vida no campo. Tel. (0xx43) 3254-3644. Localiza-se na Estrada São Rafael aproximadamente 3 km a partir da Rodovia Contorno Norte.

Mata Campaner

Com 15 hectares de mata nativa, onde pode ser encontradas: quedas de aproximadamente 10 m de altura, várias nascentes e uma trilha de 1000 m que possibilita a observação de madeiras de lei como a figueira branca, peroba rosa, marfim, cedro, caviúna jaracatiá e árvores centenárias com aproximadamente 350 anos. Conforme levantamento antropológico e arqueológico seu solo já foi habitado por indígenas das tribos kaingangs, xetás e guaranis. Localiza-se na Rodovia PR 170, km 14, Gleba Ribeirão Grande – Distrito de São Martinho.

Fazenda Bimini

Local destinado a educação e conscientização ambiental não formal, voltado para a comunidade em parâmetros de visitação e contemplação assistida em áreas de reflorestamento, matas ciliares e casarão histórico que guarda uma coleção de objetos indígenas coletados na região. Visitas somente com hora marcada. Tel. (0xx43) 3256-1794. Localiza-se na PR 170, km 7

Pesque Pague Bandeirantes

Prolongamento da Rua das Hortências, s/nº Tel. (0xx43) 9972-0702 / 9972-2536
Horário de atendimento: terça-feira a sexta-feira às 13h às 21h, sábado e domingo das 8h às 21h

Rolândia

Roland, figura lendária, foi um dos guerreiros que mais defendeu os territórios nas lutas travadas pelos exércitos do Imperador Carlos Magno. Ele se destacava pela tenacidade e coragem na defesa dessas terras. Valorizando o sentimento de liberdade e de justiça.

Este símbolo de liberdade e justiça sempre estiveram presentes na lembrança dos primeiros moradores alemães que se fixaram na Gleba Roland, na nossa Rolândia. Foram eles, junto com a direção da Companhia de Terras, que “batizaram” o nosso município com o nome de Rolândia, significando liberdade ou a busca de um lugar onde os alemães pudessem reconstruir suas vidas, longe das perseguições políticas, religiosas e raciais.

Nos anos 50, Rolândia tinha na cafeicultura a sua principal fonte de riquezas, tanto que ficou conhecida como a “rainha do Café”. Nessa época, comerciantes da cidade de Bremen, na Alemanha, visitaram a cidade para conhecer de perto os cafezais, cujo produto era comercializado por eles. Impressionados com as lavouras e a cidade, esse grupo decide, com a ajuda de políticos de Bremen, presentear a cidade com uma cópia da Estátua do Roland, estreitando os laços entre as duas cidades.

Hotéis e Pousadas em Prudentópolis

Ózera Hotel Pousada
Concebido a partir de princípios ecológicos e regionais, o Ózera Hotel e Pousada reune as qualiddes ideais para quem procura lazer, descanso e tranquilidade.
Fone: 42 3446 5316
E-mail: ozera@ozera.com.br
http://www.ozera.com.br

Atrativos Turísticos de Prudentópolis

Quedas d’água

O município possui um potencial natural em termos de rios e quedas d`água muito grande, sendo o mais importante Rio dos Patos. Dentre os saltos, destacam-se:
Salto São Francisco e Cachoeira Menor: Considerado o salto mais alto da região Sul e um dos mais altos do país, possui aproximadamente 196 metros de queda livre, onde a água transforma-se em névoa antes de tocar no chão. Antes desta queda maior existe a chamada Cachoeira Menor. O acesso ao salto São Francisco é difícil, mas de grande apelo cênico, atravessando parte da Serra da Boa Esperança. Localiza-se a 60 km da sede de Prudentópolis, sendo 14 km em asfalto e 46 km em chão batido (obras de cascalhamento em andamento).
Salto São João: Salto com 84 m de altura situado no Rio São João, é um dos mais procurados para visitação devido à facilidade de acesso e à beleza do seu conjunto paisagístico. Possui grande volume de águas e no curso do rio, em trechos relativamente próximos, é possível tomar banho (com os devidos cuidados) onde há pouca profundidade. Está localizado numa área natural de grande beleza, onde é possível vislumbrar o Canyon do Rio São João. O Salto São João está localizado em Barra Bonita, a 22 km da sede do município – 7 km em asfalto e 15 km em chão batido.


Recanto Rickli

Área de lazer que abrange o Salto Manduri, com 32 m de altura e aproximadamente 100 m de largura , formado pelo Rio dos Patos. Dispõe de áreas próximas para banho e conta ainda com área para acampamento, chalé, piscina com toboágua, churrasqueiras, sanitários, lanchonete, playground e quadra esportiva de areia. Informações Tel. (0xx42) 3446-2235 / 9974-1489. Localiza-se a 12 km da cidade, com entrada pela BR 373-km 257.

Recanto Cassiano

Área de lazer público, às margens do Rio São João possui pequenas cachoeiras e piscinas naturais, conta ainda com área para acampamento, churrasqueiras e lanchonete. Localizado em Barra Bonita, a 22 km da sede do município.

Canyon do Perehouski

Localizado no vale do Rio Barra Bonita, possui características geológicas singulares, local propício para banho, trilhas, tirolesa, observação da flora e fauna circundante. Dentro da propriedade estão localizados três saltos de pequeno porte, que podem ser utilizados como duchas naturais. Acesso pela estrada da Jaciaba 24 km ao norte de Prudentópolis. Informações Tel. (0xx42) 3446-8004.

Atrativo Religioso e Cultural

Prudentópolis também é conhecida como a “Capital da Oração”, pelo grande número de Igrejas que possui – mais de cem templos, algumas do rito ortodoxo, onde o gótico predomina. As principais são:

Igreja Matriz de São Josafat: Em estilo Bizantino foi construída entre os anos de 1925 a 1928, seu interior é decorado com ikonostás , uma coleção de ícones executados em Munique e entalhados em madeira e o púlpito em forma de nave. As missas são rezadas no idioma ucraniano. Tombada em 1979 pela Secretaria de Cultura do Estado do Paraná, como patrimônio artístico e cultural, possui em seu campo, um campanário, com seis sinos, uma estátua de Cristo e uma gruta, com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes. As missas são rezadas no idioma ucraniano. Tel. (0xx42) 3446-1140. Localiza-se na Rua São Josafat, s/n°.
Igreja Matriz de São João Batista: Em estilo colonial, construída em tijolos no local exato onde os memoráveis desbravadores de Prudentópolis, construíram a primeira Capela, a de São João. Sua construção foi concluída em 1900, conservando até hoje a sua primeira estrutura. No seu interior, o altar mor abriga a imagem do Padroeiro de Prudentópolis, do Rito Católico Latino, São João Batista. É considerada como a mais terna e preciosa relíquia do passado prudentopolitano, por ter sido erguida pelos braços dos primeiros colonizadores. Localiza-se na Praça Firmo Mendes de Queiroz, s/n°.
Museu do Milênio: Criado com o intuito de resgatar e preservar a memória e história do imigrante ucraniano foi inaugurado em 1989. O seu acervo é composto por objetos de uso tradicionais, artesanato típico, documentos, fotografias e livros relacionados ao povo ucraniano. Localiza-se na Rua Cândido de Abreu, s/nº.
Horário de visitação : terça-feira a sexta feira das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30 sábado e domingo das 9h30 às 11h30 e das 15h às 17h

Prudentópolis

Resumo histórico de Prudentópolis: Até a segunda metade do século XIX o município de Guarapuava era a maior unidade administrativa do Paraná. Seu vasto território se estendia desde o rios dos Patos, na divisa com o município de Imbituva, até os rios Iguaçu e Paraná, na fronteira do Brasil com as repúblicas da Argentina e do Paraguai.

O Barão de Capanema, então diretor do Telégrafo Nacional, procurou instalar uma linha telegráfica na região celebrando para isto um contrato com o governo da província do Paraná, afim de que este mandasse abrir um caminho para Guarapuava acompanhando os postes da linha telegráfica, correndo metade das despesas por conta dos cofres da província. Até a época da abertura da linha telegráfica a área compreendida entre o rio do Patos e a Serra da Esperança era praticamente desabitada.

Em 1882, desde que o projeto da construção da estrada oferecia perspectivas de valorização das terras, começou a afluir gente à localidade, que, segundo consta, foi anteriormente habitada por selvagens pertencentes às tribos dos coroados, hoje totalmente desaparecidos.

A seis quilômetros do rio dos Patos, Firmo Mendes de Queiroz, descendente de bandeirantes paulistas, construiu uma casa e tentou a agricultura. Pela sua propriedade deveria passar a linha telegráfica e, consequentemente, a estrada para Guarapuava. Em 1884 o Pároco de Guarapuava convenceu Firmo Mendes de Queiroz a mandar construir uma capela consagrada a São João Batista. Nesse mesmo ano, Firmo de Queiroz doou duas terras, para que nelas fosse construída uma povoação, à qual deu o nome de São João do Capanema, em homenagem ao Santo Padroeiro e ao Barão de Capanema, de quem o fundador era grande amigo.

Em pouco tempo a povoação foi-se transformando e aumentando com a chegada de famílias de diversas procedências, construindo-se a “Vilinha”, como passou a denominar-se entre os moradores da região.

Em fins de 1894 o Governo Federal resolveu colonizar a região de São João do Capanema, cujas terras foram doadas pelo Governo do Estado para esse fim. O Dr. Cândido Ferreira de Abreu, Diretor da Colônia, resolveu denominar de Prudentópolis a colônia recém fundada, em homenagem ao então Presidente da República, Dr. Prudente José de Morais Barros, fazendo desaparecer a antiga designação de São João do Capanema.
A “Vilinha”, então, como sede de colônia, tomou grande impulso. E já em 1895 apresentava aspecto de povoação próspera e progressista, com ruas bem traçadas e grande movimento de colonos.

Foi por essa época que chegou ao Brasil a primeira leva de colonos imigrantes ucranianos, o quais manifestaram ao Governo Federal o desejo de se estabelecerem nas terras do Paraná, sendo registrado em 1896 a imigração de 1500 famílias, aproximadamente 8 mil pessoas para Prudentópolis.

O processo de imigração ucraniana para Prudentópolis continuou até meados da década de 20, porém decrescente em ritmo e número de famílias. Isto fez com que Prudentópolis se tornasse o município brasileiro que mais imigrantes ucranianos recebeu. Outros imigrantes também se estabeleceram na região e foram importantes para o processo de colonização de Prudentópolis, entre eles destacam-se os poloneses, alemães e italianos.

Para maior facilidade de administração, e, diante do elevado número de imigrantes localizados ali, a colônia de Prudentópolis foi dividida nos seguintes núcleos: Ivaí, Piraí, Maurice Faivre, Inspetor Carvalho, Esperança, Santos Andrade, Sete de Setembro, Tiradentes, Dr. Vicente Machado, Rio Preto, Quinze de Novembro, Visconde de Guarapuava, Coronel Bormann, Luiz Xavier, Vinte e Cinco de Outubro, União, Olinto, Eduardo Chaves, Capanema, Carlos Gomes, Sertório, Cláudio Guimarães, Vinte e Três de Abril, Iguaçu, Ronda e Mirim.
Pelo Decreto n.º 225, de 15 de dezembro de 1903, foi criada uma Agência Fiscal em Prudentópolis, compreendendo todo o distrito policial do mesmo nome. Mas, o seu contínuo desenvolvimento, verificado em todos os setores de sua atividade, reclamava uma organização político-adminstrativa de acordo com as suas necessidades.

Com o estabelecimento dos colonos imigrantes, a administração da colônia havia dado por concluída a sua tarefa. Dedicados à agricultura , à pecuária e à pequena indústria, esses colonos representavam fator de grande progresso para a colônia, que prosperava extraordinariamente.

Finalmente, através da Lei Estadual n.º 615, de 5 de março de 1906, , foi criado o município de Prudentópolis e instalado em 12 de agosto do mesmo ano, foi desmembrado de Guarapuava. O decreto n.º 242, de 14 de junho do mesmo ano, designou o dia 8 de julho para a realização das eleições municipais.

Agências de Turismo em Ponta Grossa

Novo Horizonte Turismo

Fone: 42 3025 2553
E-mail: denise@novohorizonteturismo.com.br
http://www.novohorizonteturismo.com.br


Parque Estadual de Vila Velha

Com uma área de 3122 hectares, em 12.10.1953, pela Lei n° 2192, foi criado o Parque Estadual de Vila Velha. Em 1966 o conjunto Vila Velha foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado.
O Parque é coberto, na sua maior parte por campos naturais. Abriga uma fauna variada: lobos-guará (já raros), jaguatiricas, quatis, gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, furão, catetos, veados, tatus, pica-¬paus, pombas, perdizes, tamanduás-bandeira e mirins, diversos tipos de aves, etc. Atualmente está sob a administração da Paraná Turismo, e é dividido em 3 áreas distintas:


• Arenitos: Extraordinária obra da natureza esculpida pelo tempo, uma região que há 340 milhões de anos estava coberta por um lençol de gelo. Após o degelo, o grande depósito de areia ali existente ficou exposto à ação das chuvas e dos ventos que deram origem a gigantescas figuras no arenito, como camelo, índio, noiva, garrafa, bota, esfinge e a famosa taça.
• Furnas: Conhecidas como “caldeirões do inferno” são crateras circulares com aproximadamente 100 m de profundidade e um volume de água que atinge a metade dessa profundidade. Em uma delas foi construído um elevador panorâmico que dá acesso ao seu interior sobre uma plataforma flutuante. As furnas têm origem na estrutura falhada e fragmentada do arenito que concentra e orientam a circulação das águas subterrâneas através de canais em regime torrencial, abrindo, pela desagregação e remoção da areia em profundidade, grandes anfiteatros em forma de cúpula junto às linhas de falhamentos ou nas intercessões com fraturas transversais.
• Lagoa Dourada: A Lagoa Dourada com seus 320 m de diâmetro e uma profundidade máxima de 3 m, tem um encanto especial, principalmente ao crepúsculo, quando refletidas pelo sol, suas águas tornam-se douradas. Ao seu redor a vegetação é densa e de grande porte. A Lagoa Dourada tem a mesma origem das Furnas, havendo uma ligação subterrânea entre elas através de um lençol freático. O nível de suas águas é o mesmo das Furnas, ocorrendo, porém, um desnível do solo, razão pela qual as mesmas se constituem em crateras profundas. Mas, a Lagoa pode ser considerada uma furna senil, pois, com o grande assoreamento que recebe, segundo os espeleólogos, já está em fase de extinção.
Informações pelo Tel. (0xx42) 3228-1539 / (0xx41) 3313-3500 / 3254-1516 (Disque Turismo) Localiza-se na BR 376, km 515.

Buraco do Padre

Seu nome está relacionado à história dos jesuítas que estiveram no local. Com a finalidade de converter almas para a Cristianismo, os jesuítas trabalhavam com os índios da tradição Umaitá e na região dos Campos Gerais com os índios da tradição Umbu.
O nome “Buraco do Padre” deve-se ao costume dos padres jesuítas dirigirem-se ao alto do platô para concentração, meditação ou descanso Trata-se de uma espécie de anfiteatro subterrâneo. Apresenta em seu interior uma imponente cascata, formada pelo Rio Quebra Perna. Apesar de apresentar-se de maneira diferente, devido à abertura na base, o Buraco do Padre também é uma furna. Do estacionamento ao interior da furna tem-se um percurso de 1 km. Parte da caminhada é feita por um bosque. A trilha é de fácil travessia. Localiza-se no Distrito de Itaiacoca, a 26 km do centro da cidade de Ponta Grossa.

Canyon e Rio São Jorge

O Rio São Jorge é um límpido e belo curso d`água que desliza entre rochas, formando várias cachoeiras que fazem parte de um cenário deslumbrante. No local ainda pode-se conhecer a belíssima cachoeira que possui um canhão d`água de aproximadamente 25 m de altura, e pinturas rupestres de cerca de 7000 anos. Localiza-se a 15 km do centro. Possui restaurante (refeições por encomenda), sanitários, estacionamento, área para camping. Informações pelo Tel. (0xx42) 3226-3731 / 9973-6915.

Represa dos Alagados

Na década de quarenta, o Rio Pitangui foi represado, dando origem a um grande lago popularmente chamado Alagados. Além de sua importância hídrica para a cidade, a região de entorno é belíssima, sendo ótima para o lazer e o turismo contemplativo. O lago é rico em peixes, favorecendo a diversão dos afeitos à pescaria. A natação, o remo, o wind-surf, ampliam as motivações do local. Localiza-se a 20 km do centro da cidade, é nessa área de preservação ambiental que se encontra o Iate Clube de Ponta Grossa. No manancial é proibido atividades e esportes que comprometam o meio ambiente, com o jet-ski.

Cachoeira da Mariquinha

Após um belo percurso pela região de Itaiacoca, passando por várias propriedades rurais, chega-se até o vale do Rio Quebra Perna, onde após caminhar por uma trilha ladeada por formações de arenito e capões de mata nativa chega-se até a belíssima queda, de aproximadamente 30 m. O local não possui lanchonete nem sanitários.

Recanto Botuquara

O Recanto Botuquara é uma área de lazer localizada numa das mais belas regiões de Ponta Grossa, que conta com várias piscinas naturais, toboágua, lago para pesca e pedalinhos, trilhas na mata nativa, além de camping e outras atrações. A área possui lanchonete, churrasqueiras e estacionamento, área para camping. Os visitantes podem usufruir do recanto mediante aquisição de ingressos no próprio local. Informações Tel. (0xx42) 3224-3543 (Clinica Veterinária).

Capão da Onça

Local de fácil acesso, distando da cidade 16 km em direção ao Distrito de Itaiacoca pela PR 513 (Rodovia do Talco), sendo apenas 1 km de estrada secundária. Constitui-se em um balneário natural com cachoeiras, corredeiras e piscinas naturais. Possui lanchonetes, sanitários simples e o estacionamento não é estruturado.

Parque Marguerita Sannini Masini

O local era explorado no início do século XX como pedreira, onde se tirava matéria-prima para o calçamento das vias públicas da cidade. Após a desativação da pedreira, o espaço foi recuperado com o plantio de árvores nativas e exóticas. Assim formou-se esta área popularmente conhecida como “Chácara Dantas”, e que se transformou em um parque urbano.
Inaugurado em 28 de outubro de 1999 com o nome de Margherita Sannini Masini, o parque tem como finalidade, além de área para lazer, conscientizar a população em geral sobre a importância da conservação de ambientes naturais e como estes influem na qualidade de vida da cidade. È um verdadeiro refugio natural dentro da cidade. O parque possui estacionamento gratuito. Tel. (0xx42) 3901-1581.

Mosteiro da Ressurreição

O Mosteiro da Ressurreição é uma comunidade de monges beneditinos localizada na área rural de Ponta Grossa. Fundado em 1981, atende a inúmeros leigos e religiosos que, como visitantes ou hóspedes, buscam, momentos de recolhimento, oração e direção espiritual. Os monges também trabalham nos vários ateliês do Mosteiro, produzindo licores, velas artesanais, peças em cerâmicas, pinturas em diversos materiais e paramentos litúrgicas. Além disso, na licoraria são produzidos licores a partir de fórmulas desenvolvidas pelos monges, e guardadas a sete chaves. Em 1994, o Mosteiro tornou-se conhecido nacionalmente, devido a programas especiais e reportagens e a grande difusão do canto gregoriano no Brasil e no exterior. Os sete CDs gravados pelo Coro do Mosteiro já venderam mais de 300.000 cópias. Existem vários horários de orações que são abertas ao público durante o dia. A entrada é franca.
Para se hospedar é necessário fazer reservas pelo Tel. (0xx42) 3228-0043. Localiza-se na Avenida Souza Naves, km 9.

Museu Campos Gerais

O Museu foi inaugurado em 1983, num prédio construído na década de 20 que foi o antigo fórum da Comarca de Ponta Grossa e que ainda preserva suas características arquitetônicas originais. Apresenta exposição de caráter eclético, dividida em seções como as de paleontologia, indígena e de ambiente regional, entre outras, e é mantido pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Tel. (0xx42) 3223-7766. Localiza-se na Rua Engenheiro Schambert, 654.

Museu Época

O Museu possui um acervo com peças que retratam a história de várias regiões do Brasil, com coleção de moedas antigas, com destaque para duas de ouro, datadas de 1772, espadas utilizadas na Guerra da Argentina, rádios, armas, fotos, diversos telefones, móveis e outros objetos de igual valor históricos. A casa onde o museu está instalado data do século passado, por volta de 1880 e apresenta estilo arquitetônico “Art Noveau”. Tel. (0xx42) 3223-1877. Localizado ao lado da catedral de Sant`Ana, na praça Roosevelt, 56.

Capela Santa Bárbara

Construída em 1729 por padres jesuítas que receberam a Fazenda Pitangui como Sesmaria, a Capela Santa Bárbara, um local cercado de mistérios e lendas, recebia moradores de fazendas vizinhas para receber o pasto espiritual e servir aos viajantes que percorriam o caminho dos tropeiros naquela época. A ação do tempo e do homem danificou bastante o templo histórico, em 2003 foi inteiramente restaurada pela Prefeitura Municipal e o Governo Federal.
É necessário transpor uma porteira e conversar com um funcionário para que este abra a capela.

Mansão Villa Hilda

Patrimônio Histórico da cidade, o casarão de 600 m² construído em 1926 por Alberto Thielen, industrial, comerciante e figura de destaque na história de Ponta Grossa, recebe o nome de sua mulher, Hilda Thielen. A casa de estilo arquitetônico francês apresenta dois pavimentos que abrigavam a família e os serviçais da casa. O interior da mansão apresenta pinturas perfeitas que retratam, contrastes e cores, paisagens e motivos europeus além de algumas paisagens locais. Tel. 3901-1590. Localiza-se na Rua Julia Wanderlei, 936.

Ponta Grossa

A ocupação do território paranaense se iniciou no litoral e pode ser dividida em três grandes fases: século XVII – ocupação do litoral e do planalto curitibano; século XVIII – conclui-se a ocupação dos Campos Gerais; século XIX – ocuparam-se os campos de Guarapuava e os de Palmas. Assim, até meados do século passado, o processo de interiorização se conclui constituindo o chamado Paraná Tradicional.

A ocupação das terras dos Campos Gerais se iniciou logo na primeira década do século XVIII. Local próprio para o desenvolvimento da pecuária (tendo o seu limite sul no vale do Rio Iguaçu e extremo norte demarcado pelo Rio Itararé), os Campos Gerais tornaram-se então passagem obrigatória na rota do comércio que levava gado e muares do Rio Grande para o abastecimento de São Paulo e das Minas Gerais.

A necessidade de abastecimento colonial tanto impulsionou o mercado interno brasileiro, possibilitando a gradativa integração das economias regionais, como favoreceu, também, a ocupação de regiões do interior paranaense.

A ligação inter-regional se fazia pelo Caminho de Viamão, que compreendia três rotas, sendo a via mais utilizada denominada Estrada Real, passando pelos campos de Vacaria, Lages, Campos Gerais e Itararé, chegando a Sorocaba.

O povoamento dos Campos Gerais foi começado em 1704, por iniciativa dos nobres potentados paulistas José Gois de Morais e Pedro Taques de Almeida, secundados por outros membros da ilustre linhagem, que neste dito ano requereram grandes sesmarias no território paranaense, abrangendo desde a margem esquerda do rio Itararé às cabeceiras do Tibagi.

Ligadas ao tropeirismo, ainda no século XVIII, pequenas povoações começaram a surgir ao longo do Caminho das Tropas. Nos locais em que as tropas fixavam pouso, fazendo seus pequenos ranchos para descanso, trato e engorda do rebanho, ou esperando passar as chuvas e baixar o nível dos rios, logo surgia um ou outro morador, fundando casa de comércio, interessado em atender às necessidades dos tropeiros. Dessa forma, pequenas freguesias e vilas, como o Príncipe (Lapa), Palmeira, Ponta Grossa, Piraí do Sul, Castro e Jaguariaíva, tiveram seu desenvolvimento inicial dependente das fazendas e do movimento das tropas.

Foi ao longo do século XIX que as vilas adquiriram uma conformação urbana, deixando de ser um complemento da vida rural. Tornaram-se centro de resoluções de questões políticas e polo de atração de populações, inclusive das fazendas. Diversificaram-se ali as atividades econômicas, conferindo-lhes uma dinâmica própria. Essa realidade emergente propiciou um novo ordenamento do convívio, com a instauração da Justiça e a elaboração de Códigos de Posturas, regulando o cotidiano do cidadão.

Sendo assim, as últimas décadas do século XIX foram marcadas pela contraposição entre a consolidação dos núcleos urbanos e a retração da economia rural nos Campos Gerais. O poderio dos fazendeiros declina pouco a pouco viabilizando o desenvolvimento das cidades.

Com a transformação do uso da propriedade, partilhada entre o criatório e a invernagem, com a predominância desta, que acompanhou a mudança do fazendeiro em tropeiro, e com a ampliação da economia monetária que a isso se seguiu, desenvolveu-se o comércio contra a auto-suficiência das fazendas, começando o predomínio das cidades.

Nascida sob a hegemonia das fazendas, Ponta Grossa crescia e tinha novas ambições: um teatro (1873), uma biblioteca (1876) indicadores do novo vigor e mentalidade arejada de seus habitantes. O núcleo urbano ponta-grossense entrava em uma fase de expansão. A população local em 1890 atingia a casa dos 4.774 habitantes. No início do século XX, a cidade respirava um “clima urbano” contando com bandas musicais que disputavam espaço para as apresentações, cinema, luz elétrica, associações beneficentes e hospital.

Esse clima é descrito por Raul Gomes na crônica “Ponta Grossa de Hoje”. As palavras do cronista retratam uma cidade pujante, movimentada. No dizer de Gomes “à noite o povo flana nas ruas, penetra nas lojas, enche os três cinemas, freqüenta os clubs”. O cronista destaca ainda o espírito empreendedor da população que torna a iniciativa privada mais eficiente que a dos poderes públicos. O crescimento urbano traz novas necessidades à cidade: calçamento das ruas – para aliviar os problemas causados pelo pó e pela lama principalmente aos estabelecimentos comerciais; os serviços de água e esgoto – compatível com as novas concepções de higiene e conforto; a construção de um mercado e de um matadouro – com capacidade para atender às reais necessidades da população.

Os cinemas, citados por Raul Gomes, não eram os únicos espaços de lazer e sociabilização da sociedade ponta-grossense. Companhias Circenses apresentavam-se com freqüência na cidade, recebendo sempre grande público.

Por sua vez, as praças também se constituíam em um dos principais pontos de encontro da sociedade local. A Praça João Pessoa, localizada diante da Estação Ferroviária (Estação Saudade), constituía-se num local em que muitas famílias concentravam-se, sobretudo nas noites de verão. Nesta mesma praça a população local reunia-se espontaneamente sempre que autoridades ou pessoas ilustres chegavam à cidade.

As praças também eram locais onde se realizavam comemorações cívicas e celebrações religiosas. Outro costume próprio dessa época eram as retretas que ocorriam na Praça da Matriz ao entardecer de domingo.

A importância da cidade provém em grande parte de sua localização estratégica: entroncamento rodo-ferroviário do interior do estado ligando as principais regiões econômicas e os centros políticos.

Decisivo mesmo para a vida da cidade-encruzilhada foi a inauguração da estrada de ferro, em plena revolução federalista. Aliás, o revolucionário Gumercindo Saraiva encontrou em Ponta Grossa um acolhimento muito cordial, pois estar nos Campos Gerais era como estar em casa, nos pampas rio-grandenses, cercado de gaúchos, comendo churrasco, tomando chimarrão e cavalgando pelos campos.

Em 1894, os trilhos da estrada de ferro vindos de Paranaguá atingiam a cidade. Em 1899 inaugurou-se a estrada de ferro São Paulo – Rio Grande com oficinas de manutenção em Ponta Grossa. Esta situação de entroncamento ferroviário fez com que Ponta Grossa entrasse no século XX com o pé direito. O progresso veio. Grandes engenhos de erva-mate, beneficiamento de couro e de madeira começaram a surgir. E olarias, pois não havia tijolo que chegasse. Veio gente de fora atraída pela promessa de bons negócios.

Um estudo sobre a cidade revela que “as primeiras décadas do século XX constituem uma conjuntura extremamente favorável para a economia ponta-grossense”, o que pode ser constatado pela elevação na arrecadação de impostos, pelas obras construídas nessa fase, quando da instalação de várias fábricas e estabelecimentos comerciais cujos proprietários, em grande maioria, eram imigrantes.

Migrações estrangeiras espontâneas e esporádicas sempre ocorreram para o território brasileiro. O grande movimento migratório oficial, contudo, só se verificou na década de 1870, quando para o Paraná vieram em grande número os russos-alemães. Em 1877/1878 chegaram em Ponta Grossa, 2.381 russos-alemães que se estabeleceram na Colônia Octávio, subdividida em 17 núcleos, afastados do centro urbano. A partir de então outros grupos foram chegando à cidade e a ela se integrando. Entre os de maior importância estão os poloneses, alemães, russos, italianos, sírios, austríacos e portugueses.

A presença desses imigrantes trouxe mudanças para as regiões paranaenses onde se instalaram, impulsionando, sobretudo, as atividades industriais. Essa atitude modernizadora ocorreu também em relação a outros setores como comércio, transporte e cultura. Tais atividades muitas vezes ocorreram em função das dificuldades com a atividade agrícola que os levaram a migrar para a zona urbana. A cultura alemã, na visão de muitos autores, apresenta um caráter associativo, o que incentivou a fundação de clubes e associações em muitas cidades paranaenses, entre elas Ponta Grossa. Nessa cidade as iniciativas para a fundação de um clube dos alemães data de 1896.

O crescimento econômico de Ponta Grossa levou-a a condição de pólo regional no Paraná, ao longo das quatro primeiras décadas do século XX, exercendo grande influência na sua área de abrangência. Ocupou a posição de segunda cidade do Estado no que diz respeito ao contingente populacional. Em 1908 superou a casa dos 15.000 moradores. Em 1920 chegou a 20.171 pessoas e em 1940, contava com 38.417 habitantes. A posição de destaque da cidade se confirma, também, pela criação do Bispado em 1926 cuja diocese compreendia doze paróquias em toda região dos Campos Gerais.

De acordo com o relatório do prefeito Albary Guimarães, que administrou a cidade de 1934 a 1944, verificaram-se transformações na cidade evidenciadas por dados, tais como: aumento dos investimentos na área de educação, ampliação e construção de edifícios públicos, melhorias nas áreas de saúde com a criação da Maternidade Pública e de cinco Postos de Puericultura e de saneamento básico, reforma e remodelação dos logradouros, ampliação da rede de iluminação pública atingindo os três principais bairros de Ponta Grossa (Nova Rússia, Oficinas e Uvaranas), calçamento poliédrico nas principais ruas da cidade, crescimento do patrimônio predial urbano, atingindo 6.958 construções em 1944.

O crescimento de Ponta Grossa nas primeiras décadas do século XX se inscreve num contexto nacional de desenvolvimento econômico e urbanização que favorece, sobretudo, as regiões sudeste e sul do país. Esse desenvolvimento resulta de uma conjugação de fatores como capital, mão-de-obra, mercado relativamente concentrado, matéria prima disponível e barata, capacidade energética e um sistema de transportes ligando as zonas de produção aos portos.

Paralelamente, à crise das regiões agrícolas de culturas tradicionais, as regiões economicamente com o melhor desempenho atraem contingentes populacionais marginalizados pela manutenção da estrutura latifundiária. Se uma parte dessa população migra para o campo, uma outra parte sente-se atraída pelas cidades. Entre estas, aquelas que são capitais regionais ou que representam etapas importantes de corredores de exportação são as que mais atraem pela perspectiva de emprego que podem oferecer.

Esse quadro não tem a mesma plenitude em toda a região dos Campos Gerais. Algumas cidades, como Castro, ao contrário de Ponta Grossa, perdem importância regional. Apesar das diferentes condições econômicas os municípios dessa região apresentavam um quadro político semelhante nos anos 30.

A conjuntura econômica favorável em Ponta Grossa, nos anos 20 e 30, possibilitou um discurso de enaltecimento à cidade similar ao do Movimento Paranista. Artigos do jornal Diário dos Campos apresentam uma imagem idealizada da cidade e projetam um futuro promissor.

Ao chegar à década de 50, encontramos uma nova realidade. O Paraná buscava uma nova identidade regional devido ao crescimento vertiginoso de sua população, a ampliação de suas fronteiras e o impulso econômico da lavoura cafeeira. A terra roxa e o café fizeram a riqueza e a importância política de sua região norte.

Nesse contexto, iniciou-se também para Ponta Grossa um novo período histórico. A cidade, historicamente vinculada ao tropeirismo e à economia agrária – a Ponta Grossa camponesa, e que no princípio do século XX experimentou um momento de euforia urbano capitalista – a Ponta Grossa princesa, ingressou numa fase correspondente àquela vivida pelo Paraná. A busca de uma nova identidade transformou-se no grande desafio para os ponta-grossenses a partir de então.

Atrativos Turísticos de Piraí do Sul

Igreja Matriz Senhor Menino Deus

Pequena capela concluída no ano de 1859 e elevada a Matriz em 1872, de arquitetura simples, sem forro, sem assoalho e cobertura de sape. Dado ao crescente número de fiéis em 1930 iniciou-se a construção de um novo templo. Em 1946 procedeu-se a benção da nova igreja. Para corrigir defeitos de construção em 1957 a Matriz passou por uma reforma geral, sendo seu interior pintado pelo artista Emilio Zanon.
A imagem do Senhor menino Deus, entronizada no altar-mor, foi trabalhada em madeira pelo escultor paulista Artur Pederzon em 1955. Localiza-se na Praça Pedro Lupion, s/n.


Santuário de Nossa Senhora das Brotas

A primeira capela foi erguida em 1880, construída de pau-a-pique. O atual Santuário da Virgem das Brotas, em formato de coroa, foi construído em 1985. O bispo Dom Sérgio Arthur Braschi decretou Nossa Senhora das Brotas como Padroeira do Caminho dos Tropeiros e o Santuário como marco religioso do Caminho das Tropas.
Os arredores do templo era ponto preferido como pouso pelos tropeiros e hoje acolhe seus muitos romeiros.

A imagem de Nossa Senhora das Brotas mede 70 cm de altura e foi esculpida em Portugal no ano de 1962 em cedro brasileiro. Detalhes como os olhos em cristal, filetes de ouro no manto, além da coroa em ouro chamam a atenção. Sofrendo ação de vândalos, foi posteriormente restaurada pela professora e restauradora Inês de Castro Novaki Gomes.

No dia 27 de dezembro realiza-se tradicional festa em louvor a Nossa Senhora das Brotas. Confraternização entre a população e visitantes, que acampam nos arredores da igreja. Missas, novenas, procissão, barracas e música ao vivo fazem parte dos festejos populares. O bosque é equipado com churrasqueiras, banheiros e estacionamento. Localiza-se a 5,5 km da sede do município, com acesso no trevo da PR 151.

Museu Municipal

O museu tem um acervo diversificado que conta parte da história, da cultura, costumes e das tradições da cidade. Fone 42 3237-1628. Localiza-se na Avenida 05 de Março, 171.

Inscrições Rupestres

O município possui 21 sítios catalogados com pinturas rupestres, alguns deles podem ser visitados com o acompanhamento dos proprietários. As visitas deverão ser previamente agendadas junto a Secretaria de Cultura e Turismo. Tel. (0xx42) 3237-1628.

Cânion da Fazenda Chapadinha

Apresenta pequenas quedas que se formam em um lajeado com aproximadamente 400 m de extensão, circundado por vegetação nativa. As visitas podem ser feitas diariamente com agendamento prévio pelo telefone (0xx42) 3237-3402 diretamente com o proprietário senhor Antonio Ferreira Bueno. Localiza-se na Serra de Piraí do Sul, a 15 km da sede do município, o acesso é pela PR 151 no km 159.

Piraí do Sul

Já no século XVI era conhecido o caminho de tropas que, de São Paulo, atingia Viamão, no Rio Grande do Sul, passando pelos Campos Gerais, no Paraná, planalto de Santa Catarina, Vacaria e outras localidades.

A abertura desse caminho histórico, que desde os primeiros tempos foi conhecido pela denominação de Caminho de Sorocaba, deve-se à iniciativa dos tropeiros de gado do sul do país, cujo comércio com as famosas feiras daquela cidade paulista, vinha de data remotíssima.

Dos pousos dos tropeiros foram nascendo ao longo do caminho numerosas povoações, muitas das quais se transformaram em cidades importantes, tais como: Castro, Ponta Grossa, Palmeira, Campo Largo, Piraí do Sul, Lapa e Rio Negro originárias desses pousos dos feirantes de Sorocaba.

Eis como Rocha Pombo descreve o Caminho de Sorocaba:

“O caminho para São Paulo, pelos Campos Gerais, foi aberto desde os primeiros tempos do povoado. O traçado cortava apenas alguns capões (onde os viajantes descansavam ou faziam suas pousadas), preferindo-se em geral, o campo aberto, onde a conservação dos caminhos era mais fácil. Desde que se saía de Curitiba, andava-se fazendo uma enorme curva até o passo de Itararé para São Paulo.

Sobre esse caminho primitivo foram se formando povoados, tornando-se mais notáveis aqueles onde as caravanas (tropas) costumavam fazer o pernoite”.

O povoamento da localidade onde hoje se encontra Piraí do Sul, foi iniciado em princípios do século XVII, numa gleba de propriedade do Padre Lucas Rodrigues França, filho do Capitão-Governador João Rodrigues França. A fazenda propriedade do Padre Lucas se localizava no vale do rio Piraí. O primitivo nome da localidade foi o de Bairro da Lança, tirado de uma das primeiras famílias que habitaram o lugar.

O novo município foi instalado solenemente em 1882, data em que foi também empossada a primeira Câmara Municipal. Ao efetuar-se a revisão do quadro territorial do Estado, em 1943, a denominação do município foi alterada para Mirim. Por força de Decreto-lei Estadual de outubro de 1947, ainda uma vez mais foi modificada a denominação do Município, que passou a denominar-se Piraí do Sul.

Londrina

Londrina teve um crescimento acelerado e contínuo, tornando-se não só pólo regional como a terceira maior cidade do Sul do País, depois de Curitiba e Porto Alegre. Possui em torno de meio milhão de habitantes, influenciando direta e indiretamente mais de 200 municípios e 4.500.000 habitantes.

A cidade tem Clima subtropical úmido mesotérmico, com verões quentes e geadas pouco freqüentes, com tendência de concentração com chuvas nos meses de verão e temperatura média de 21 graus. Seu solo é rico para a agropecuária, sendo conhecido como terra roxa. Tem ainda grandes rebanhos bovinos com gado premiado em leilões e exposições. A Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, realizada na Sociedade Rural do Paraná no mês de abril movimenta milhares de dólares todos os anos em agronegócios.

A cidade possui também diversos Centros de Pesquisa e Instituições de Ensino Superior: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Norte do Paraná (Unopar) e Centro Universitário Londrinense (Unifil).

Deve-se enfatizar ainda o espírito hospitaleiro do londrinense que é acolhedor e envolve a dimensão do conceito de hospitalidade que é entendido por especialistas como “a variada gama de atividades envolvidas com o receber humano, abrangendo não só os aspectos comerciais ligados à hotelaria e à restauração, mas também o setor denominado receptivo turístico, a recepção e hospitalidade graciosas, efetuadas por famílias em suas casas e todo o sistema urbano e sua infra-estrutura, envolvidos com modelos culturais associados ao receber: os eventos, o cerimonial, as festas, o lazer.”

Atrativos Turísticos da Lapa

Parque Estadual do Monge – Gruta do Monge

O Parque foi criado pela lei nº 4170, de 1960 e pelo decreto nº 8575, de 1962. Possui uma área de 371,6 hectares, de mata atlântica sendo considerado uma reserva de Patrimônio Natural de significativo valor para o município da Lapa. Ladeada por significativa vegetação, além de quedas d`água, e uma fonte de água considerada milagrosa, é equipado com canchas de voleibol, churrasqueiras, lanchonete, restaurante e instalações sanitárias.
Uma de suas principais atrações é a Gruta do Monge. Local de peregrinação religiosa atrai milhares de fiéis. Neste espaço, viveu por algum tempo o Monge João Maria D`Agostinis, que se dedicava ao estudo das plantas da região, medicava enfermos, realizava profecias e fazia orações, razão pela qual é procurado e visitado por grande número de pessoas que buscam neste local, a cura para seus males. Isto justifica a presença de milhares de ex-votos e romeiros, movidos pelos fenômenos extraordinários evidenciados pelo poder da fé.
Chega-se à Gruta por uma extensa escada em pedra, próxima ao Mirante, que desce a uma fonte de água pura. Uma das trilhas que tem início neste espaço leva à “Pedra Partida” grande salão feito de pedra com uma fenda, ocorrido através do desgaste da pedra ao longo de milhares de anos.
O acesso ao parque se dá pela Avenida Getúlio Vargas, toda pavimentada num percurso de 3,5 km da cidade até o parque. No alto da elevação, quase na entrada do parque, ao lado direito está o mirante do Cristo, abençoando a cidade e, ao lado esquerdo a Hípica Jorge Sera, em cancha reta de 500m com quatro pistas, atraindo admiradores do turfe de diferentes regiões para a prática deste esporte bem como competições regionais.


Parque Estadual do Passa Dois

São 255 hectares reflorestados com espécies exóticas e vegetação nativa, sendo que a área se caracteriza pelo programa de reintegração de fauna com a criação de capivaras, onde o visitante pode observá-las bem como seus hábitos e costumes. Acesso pela Rodovia BR 476 distando 10 km do centro.

Eco-Parque da COHAPAR

Possuindo uma área de 24.250 metros, esse local vem sendo destinado à recuperação e revitalização de área pública municipal para a conservação da natureza com opções de recreação e lazer, vindo a contar com bancos e mesas para lanches e descanso, mesas com tabuleiros de xadrez e damas e um parque infantil em madeira. Localiza-se a 2 km do centro da cidade, no bairro da Cohapar I.

Igreja Matriz de Santo Antonio

Construída entre 1769 e 1784 é dedicada à invocação de Santo Antônio, Padroeiro da cidade. Seu estilo é colonial português simples, com arcos abatidos e portados em cantaria, sendo seu interior sóbrio e acolhedor, contendo imagens do século passado, de procedência européia, além dos túmulos dos heróis da República, General Carneiro, Coronel Cândido Dulcídio e Amintas de Barros. É o marco arquitetônico mais antigo da cidade, sendo tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1938.
Permite-se tirar fotos na parte interna da Igreja. Localiza-se na Praça General Carneiro.

Santuário de São Benedito

Construído no ano de 1947, onde estava antigamente, uma capela erigida por escravos por volta de 1870. Seu estilo é moderno e simples, e conserva a primitiva imagem de São Benedito. Nesta Igreja, tem-se o hábito de realizar a Festa de São Benedito, no domingo que antecede o Natal. É permitido fotografar seu interior e não há taxa de visitação. Localiza-se na Praça São Benedito.

Casa da Câmara e Cadeia – Museu de Armas

Foi a primeira casa de detenção da cidade, construída na metade do século XIX e inaugurada em 1868. O plano para a construção da obra da cadeia foi feito em 1829, mas somente onze anos mais tarde, em 1848 foi dado início à obra, que foi inaugurada quase trinta anos após sua edificação.
Como em Portugal, também no Brasil o imóvel de arquitetura luso-brasileira, simbolizava a autonomia municipal sendo visitado por D. Pedro II em 1880.
A parte inferior da obra foi utilizada como cadeia a partir de 1862. Abrigou ainda o 13º regimento da Cavalaria da Guarda Nacional, Museu e Escola Normal Novo Ateneu, sofrendo inúmeras descaracterizações. Posteriormente, passou por um processo de restauração com o objetivo de resgatar a arquitetura original, sendo tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O museu começou a ser projetado em 1972 e inaugurado dois anos mais tarde, com o interesse de abrigar o acervo particular de armas referente à Revolução Federalista de 1894. Com acervo variado, entre armas e objetos antigos, conserva ainda armas utilizadas na Primeira e Segunda Guerra Mundiais.
Atualmente em seu andar superior está a Câmara de Vereadores, e no pavimento térreo, desde 1993, o Museu de Armas. Localizada na Alameda David Carneiro. Possui livro de registro e permite o uso de máquina fotográfica.

Casa Lacerda

O museu Casa Lacerda segue as normas do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Imóvel de estilo luso brasileiro, com cobertura de duas águas, demonstrando como vivia uma família de classe média no século passado . A casa foi construída entre os anos de 1842 a 1845 pela família Lacerda.
Na década de 1920 foram realizadas algumas adaptações internas as quais não chegaram a descaracterizá-lo. Durante a Revolução Federalista de 1894, serviu como quartel da Segunda Brigada. Neste solar foi assinada a Ata de capitulação da Lapa. Esse fato Histórico motivou o tombamento do imóvel em 1938. Para fotografar a parte interior da casa é necessária a permissão do IPHAN. Localiza-se na Rua XV de Novembro

Casa Vermelha – Centro de Artesanato Aloísio Magalhães

Embora não se saiba exatamente a data de construção desta casa, presume-se, por suas características arquitetônicas luso-brasileiras, tratar-se de uma das mais antigas moradias da Lapa, provavelmente erguida na primeira metade do século XIX.
Construção adquirida pela Prefeitura Municipal em 1982 foi restaurada pelo Governo Federal passando a chamar-se Centro de Artesanato Aloísio Magalhães. Permite se fotografar seu interior, porém, não é permitido tocar nos objetos pertinentes ao museu e o artesanato. Localizada na esquina das Ruas Barão do Rio Branco e Hipólito de Araújo.

Casa de Ney Braga (Memorial)

Esta casa em estilo luso – brasileiro, sem eira nem beira, foi construída pela família Resende por volta do ano de 1880. Em suas paredes e janela podem ser vistas as marcas deixadas por projéteis disparados durante a Resistência Federalista em 1894.
Em suas instalações nasceu Ney Amintas de Barros Braga. Em 1978, essa construção foi adquirida pela Prefeitura Municipal e restaurada no ano seguinte, sendo entregue à população em outubro de 1979, já abrigando a Biblioteca Pública Lapiana. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual.
Atualmente, com a transferencia do acervo da biblioteca, a casa esta passando por um processo de implantação do Memorial Ney Braga. Localiza-se na Rua Westphalen, esquina com a Rua Coronel Francisco Cunha – Centro Histórico.

Casa da Memória

Construída em 1888, recebeu este nome por ter em sua fachada 10 cavalos com asas. Isso se deve ao fato de seu primeiro dono ter sonhado com cavalos alados e ganho o prêmio máximo da loteria imperial.
Posteriormente, a casa dos cavalos alados foi adquirida e restaurada pela Prefeitura Municipal, com o objetivo de manter e conservar os documentos e objetos históricos da cidade. Localiza-se na Praça Joaquim Lacerda – Centro Histórico

Theatro São João

O edifício se constitui em uma das mais preciosas peças arquitetônicas do acervo edificado na Lapa. Com capacidade para 212 expectadores, possivelmente foi inaugurado em 1876, em arquitetura neoclássica, do qual o autor do projeto foi o Engenheiro Civil Dr. Francisco Therézio Porto. Esta construção sofreu três restaurações respectivamente em 1929, 1950 e em 1976. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná em 1969 e pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1984.
Recebeu a visita histórica do Imperador D. Pedro II, em junho de 1880 e, em 1894, durante o Cerco da Lapa, episódio da Revolução Federalista, funcionou como hospital e enfermaria.
O Theatro São João devido às arcadas dos camarotes, tem sido, ao longo dos últimos anos erroneamente classificado como de “estilo elizabetano”. A classificação tipológica de um espaço cênico, porém, é estabelecida em função das características de seu palco que, no caso deste teatro segue a tradição italiana.
Trata-se do último exemplar desse tipo de construção no Paraná a guardar suas características originais. Tel. (0xx41) 3547-8068. Localiza-se na Praça General Carneiro.

Prefeitura Municipal da Lapa

Construção do fim do século XIX, com sua arquitetura influenciada pelo moderno estilo europeu, já foi sede da Câmara Municipal e serviu também como posto telefônico na cidade. Atualmente, abriga a sede do Poder Executivo do Município.
Foi erigido em 1890 para abrigar uma escola pública através de oferta de 5000 réis feita por D. Pedro II, em 1880, por ocasião de sua visita à Lapa. O primeiro ginásio (Novo Ateneu) da Vila Nova do Príncipe teve como primeiro professor Pedro Fortunato de Souza Magalhães. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Tel. (0xx41) 3547-8000. Localiza-se na Praça Mirazinha Braga.

Museu do Tropeiro

Instalado na Casa Vermelha, o Museu ocupa dois cômodos deste imóvel. C riado pela Prefeitura Municipal em parceira com a União dos Tropeiros da Lapa é um importante espaço cultural, que com seu acervo resgata o movimento tropeirista dos tempos do Caminho do Viamão, ligando o Rio Grande do Sul a São Paulo e que deu origem a diversas cidades paranaenses. Um destes pousos foi a Lapa, que pela sua boa vegetação, clima e água, era denominada “país dos Tropeiros”.
Pelas ruas, na cultura, usos e costumes do seu povo e agora no museu, revive-se esta importante etapa da história paranaense. Tel: (0xx41) 3547-8032. Localiza-se à Rua Barão do Rio Branco esquina com a Rua Hipólito Alves de Araújo.

Pantheon dos Heroes

Obra de inestimável valor histórico edificada em 1944, por ocasião do cinqüentenário do “Cerco da Lapa”, onde descansam os que tombaram na resistência dos federalistas de 1894 como o General Gomes Carneiro e seus bravos companheiros combatentes. Em seu exterior, dois canhões Krupp testemunham a heróica batalha. Ainda em seu exterior está uma placa comemorativa do cinqüentenário do “Cerco da Lapa”, onde está gravada a planta da cidade com ruas trazendo suas antigas e atuais denominações e as localidades onde aconteceram as principais batalhas.
Traz ainda o depoimento de um ex-combatente. Os heróis são vigiados por uma guarda de honra. Aberto a visitações. Localiza-se no centro da Praça Joaquim Lacerda, próximo à Praça da Matriz.

Monumento ao Tropeiro

O tropeirismo, atividade que deu origem à cidade é, ainda hoje, uma característica inerente ao lapeano. Exemplo disso é a atual Avenida Manoel Pedro, ainda para muitos a Rua das Tropas. Vigiando a entrada da histórica cidade está o Monumento ao Tropeiro, painel em azulejos do artista Poty Lazzarotto, ressaltando a importância da Lapa na passagem das tropas que transitavam entre Viamão e Sorocaba.

Monumento a Gomes Carneiro

Mandado erigir pelo governo do Estado em 1928, à estátua em bronze, de autoria do escultor João Turim, está localizado na Praça do mesmo nome, é uma homenagem ao Comandante da resistência ao Cerco Federalista em 1894.

Monumento ao Barão dos Campos Gerais

Localizada na antiga Rua das Tropas, atualmente denominada Avenida Dr. Manoel Pedro, a qual possui 3 km de jardins e extenso calçadão, o monumento a David dos Santos Pacheco, Barão dos Campos Gerais é uma homenagem ao sertanista, tropeiro, fazendeiro e titular do Império, prestada pelo Instituto Histórico Paranaense. Em 1963 foram transladados para o local seus restos mortais e os da Baronesa dos Campos Gerais.

Lapa

Lapa

Lapa

A Cidade da Lapa originou-se de um pequeno povoado às margens da antiga estrada da mata – uma parte do histórico caminho que ligava Viamão (RS) a Sorocaba (SP). Um desses conhecidos pousos dos tropeiros recebeu a denominação de Capão Alto, no ano de 1731, quando a capitania de São Paulo resolveu criar um registro para cobrança de pedágio de gado que transitava à margem do Rio Iguaçu.

A Lapa ficou conhecida como Registro, embora fosse Capão Alto o nome original. Passaram-se 233 anos e outras denominações até o nome Lapa se consolidar.

Conheça um pouco mais da sua história e o que a Cidade Legendária, como a Lapa é conhecida, tem a oferecer. Cidade rica em turismo histórico, cultural e religioso, como a famosa Gruta do Monge.

O município da Lapa possui a quarta maior área territorial do Paraná, possui grande potencial turístico, tem um grande potencial agropastoril, sendo o maior produtor de fruta de caroço do Estado.

Destaca-se pela produção de produtos orgânicos e caseiros. Seu comércio e indústria estão em franco desenvolvimento, com novos investimentos para geração de emprego e renda.

Em sua história, a Lapa foi palco do Cerco da Lapa – Revolução Federalista.

É uma cidade tranqüila, ótima para se morar e investir. Tem uma boa infra-estrutura de saneamento básico, escolas (inclusive de nível superior), transporte, saúde e lazer.

A cidade histórica da Lapa ocupa a colocação de 5º maior território do Estado do Paraná. Localiza-se a uma altitude de 908 metros acima do nível do mar, na região sudeste do Estado do Paraná, Planalto Meridional, com clima subtropical Brando.

Sua principal atividade econômica é a agricultura, com espaço para o desenvolvimento industrial e de atividades comerciais, devido ao seu parque industrial em amplo desenvolvimento. Mais da metade de sua população se concentra no meio urbano, mas a Lapa possui grande parte da sua população localizada em comunidades rurais interligadas por aproximadamente 3.000 km de estradas.

Atrativos Turísticos de Marechal Cândido Randon

Museu Histórico Padre José Gaertner

O museu conta com aproximadamente 750 peças, entre elas alguns artefatos indígenas de animais e plantas representantes da fauna e flora, que fizeram parte da colonização do município e região. Fone 45 3281-1278. Localiza-se na Avenida Capitão Heitor Mendes, s/nº Porto Mendes.

Museu Casa Gasa

O Museu resgata arquivos de fotos antigas, artigos, livros e objetos de Heribert Hans Joaquim Gasa, primeiro ótico e fotógrafo de Marechal Cândido Rondon, que construiu uma das residências mais curiosas da região. Tel. (45) 3254-6721. Localiza-se na Rua Independência, 627.

Parque de Lazer Annita Wanderer – Terminal Turístico de Porto Mendes

Possui uma área de 128.640 m², com quadras esportivas, churrasqueiras, restaurante, lanchonete, camping, banheiros, parque de diversão infantil e atracadouro. Entretanto a grande motivação é a praia artificial com seus 300 metros de areia, dotada de toda infra-estrutura para prática de esportes náuticos e pescarias. Tel. (45) 3281-1107. Localiza-se na Avenida Capitão Heitor Mendes, s/nº. Acesso pela BR 467 numa distância de 26 km da sede do município em percurso totalmente asfaltado.


Caminhos do Turismo Integrado ao Lago de Itaipu

O Roteiro dos Caminhos Integrados é composto por 16 cidades, entre elas, Foz do Iguaçu, Santa Teresinha, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Itaipulândia, Missal, Diamante do Oeste, Santa Helena, São José, Entre Rios do Oeste, Pato Bragado, Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Terra Roxa, Guaíra e Mundo Novo.

É dividido em três diferentes roteiros:

Caminho das Águas

Aqui existe harmonia entre as catartas esculpidas pela mãe natureza e a vida que renasce a cada dia. Nestes rios os amantes dos esportes podem viver emoções inesquecíveis. Este imenso curso d`água é alimentado por dezenas de rios menores e em suas margens vivem índios e brancos em total harmonia.

Caminhos Rurais e Ecológicos

Passear por estas estradas e trilhas é explorar os segredos da roça. Os amantes do rafting e da canoagem têm o cenário perfeito para domar a natureza. Para calvalgadas, não há lugar melhor. Não importa a idade nem o tamanho do pretendente.

Caminhos da Colonização

Aqui vivem os últimos remanescentes dos primeiros donos destas terras, os índios Avá-Guaranis. O alimento que sai da terra vai direto para mesa em receitas típicas e de inigualáveis sabores. A musicalidade e a alegria são marcas deste povo.

Parque de Lazer e Entretenimento Rodolfo Rieger

Local de lazer e descanso, possui lago, trapiche, mirante, bicicletário, pista para caminhadas, playground, equipamentos para ginástica, estacionamento, sanitários, posto de informação e guarda. Tel. (45) 3284-8828. Localiza-se na Avenida Rio Grande do Sul, s/nº Centro.

Cachoeira da Onça

Cercada de muito verde, a mata nativa contém espécies como ipês, peroba entre outras. São várias as cascatas e cachoeiras, destacando-se entre elas a Cachoeira da Onça, com uma queda d`água de aproximadamente 30 metros de altura.O local oferece ainda restaurante e área para camping O acesso é feito por trilhas. Tel. (45) 9969-2069 / 9107-4277 / 9961-8510. Localiza-se no Distrito de São Roque, a 30 km da sede do município.

Estância Hidromineral Coroados

Anel Viário 5566, km 5 Distrito de Margarida Tel. (45) 3254-3926.

Microcervejaria Haus Bier

Avenida Rio Grande do Sul, 1277 Tel. (45) 3254-4938. Horário de atendimento: terça-feira a domingo das 17h às 24h (com agendamento de horário para conhecer a fábrica e os procedimentos de produção)

Moinho Henke

Esquina Bandeirantes Distrito Novo Três Passos Tel. (45) 3254-6752
Horário de atendimento: diariamente a partir das 6h (grupos com agendamento).

Pesque Pague Paulista

Esquina Bandeirantes Distrito Novo Três Passos Tel. (45) 9961-9896

Pesque Pague Ali
PR 495, km 5 Esquina Guaíra (ao lado do Horto Municipal). Tel. (45) 3254-4281

Sítio das Orquídeas

Esquina Bandeirantes Distrito de Novo Três Passos Tel. (45) 3254-1975

Recanto das Águas

Esquina Guaíra próximo ao aeroporto (45) 9134-9021