Atrativos Turísticos de São Lourenço do Sul

O Sobrado

Prédio em estilo português, datado do século XIX. Atualmente é sede da Fazenda São Lourenço, que originou a formação da vila de mesmo nome.
Alameda Mano Serpa, 555. Fone 53 32512141.

Túmulo de Jacob Reigantz

Após vários anos sem saber sobre os restos mortais do fundador da colônia de São Lourenço, foi encontrada uma passagem por debaixo do altar da Capela da Coxilha do Barão. Hoje, permanece a passagem por debaixo da Capela Evangélica, onde pode ser visto o túmulo.


Monumento ao Colono

Localizado no 6º Distrito, na Coxilha do Barão. Distante 35 Km da sede, pela RS 265.

Largo de Eventos Laura Abreu

Monumento em homenagem a primeira Missa, com 12m de altura e pesando 3 toneladas.

Vila de Boqueirão

Berço histórico de São Lourenço do Sul. Foi nesse Distrito que no século XVIII surgiram as primeiras estâncias oriundas de sesmarias doadas pela Coroa Portuguesa. Distante 15 Km da sede.

Associação dos Artistas Plásticos

Mostra permanente de trabalho nas mais diversas expressões das artes plásticas. Rua General Osório, 1658. Fone 53 3251 3002.

Associação dos Artesãos Lourencianos

Trabalhos realizados manualmente por artistas da terra. Fone 53 3251 3002.

Caminho Farroupilha

A Costa Doce, uma das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, constituída por um complexo lagunar que inclui o Lago Guaíba, o Rio Camaquã, o Canal São Gonçalo e as Lagoas dos Patos, Mirim e Mangueira, foi cenário do principal acontecimento político-militar do Rio Grande do Sul, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845).

Prédios e sítios em Guaíba, Camaquã, São Lourenço, Cristal, Piratini, Pelotas, Rio Grande e José do Norte são testemunhas da riqueza gerada pela indústria do charque, motivo básico do conflito, e de episódios dos combates entre farroupilhas e os soldados do Império do Brasil. Figuras como Bento Gonçalves, Gomes Jardim, Domingos José de Almeida, Corte Real, Onofre Pires, David Canabarro, General Netto, Giuseppe e Anita Garibaldi, Joaquim Teixeira Nunes e seus Lanceiros Negros, John Griggs, Caxias e Grenfell estão presentes na cultura e na memória.

O Caminho Farroupilha mostra os locais onde começou a Revolução Farroupilha, os homens e mulheres que nela se envolveram, os fatores econômicos e políticos que alimentaram o conflito e o legado de uma década de lutas que contribuiu para a formação do Rio Grande do Sul contemporâneo. Nesta região está o começo e o fim. A invasão de Porto Alegre. A morte de Bento Gonçalves. O roteiro apresenta as estâncias dos líderes farroupilhas, destaca o papel de suas mulheres no movimento, as roupas da época e as lides campeiras.

As charqueadas são símbolos de riqueza e poder de um período que lança os fundamentos da economia e da política rio-grandense. Os antigos sobrados e palacetes, uma arquitetura austera e forte, ainda guardam os passos de políticos e guerreiros que construíram uma identidade para o sul do Brasil. Informações nas prefeituras dos municípios envolvidos: Guaíba, Camaquã, Cristal, São Lourenço do Sul, Pelotas, Piratini, Rio Grande e São José do Norte.

Fazenda Sobrado

Visita orientada sob agendamento. Fone 53 3251 2141.

Arroio São Lourenço

Praticamente atravessa a cidade. Realiza contornos sinuosos ao longo do percurso. É à sua entrada que está o Camping municipal e o Iate Clube. Mais acima encontramos pequenos estaleiros que produzem as embarcações pesqueiras utilizadas na Lagoa.

Arroio Carahá

Próximo à Praia da Barrinha, desemboca suas águas na Laguna dos Patos.

Pedras Mole

Localizada às margens da Laguna dos Patos no sentido norte. É uma estranha formação geológica, lembrando extensas crateras existentes na superfície lunar.

Praias

De águas calmas e areias finas.

Calçadão

Local ideal para caminhadas, com 980m de extensão.

Estaleiro Atlântico Sul

Visita orientada sob agendamento através do fone 53 3251-1344.

Caminho Farroupilha, Cultura, e Tradição Gaúcha

A Costa Doce e o Pampa Gaúcho, duas das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, foram cenários do principal acontecimento político-militar do Sul do Brasil, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845). Reunindo cultura, belas paisagens e diversão, a Costa Doce e o Pampa Gaúcho oferecem um passeio único com seus visitantes: um roteiro integrado que fará o visitante se emocionar pela saga farroupilha.

No roteiro as estâncias, museus e charqueadas abrem as portas para receber os turistas, oferecendo passeios temáticos, a vivência nas lidas campeiras e, principalmente, o acesso à informação de dados sobre a história do Rio Grande do Sul.

Municípios envolvidos: Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Camaquã, Guaíba, Pelotas, Piratini, Rio Grande, Rosário do Sul, Santana do Livramento,São Gabriel, São José do Norte e São Lourenço do Sul.

Informações: www.portalcostadoce.com.br ou Fone 51 3251 5979.

São Lourenço do Sul

São Lourenço do Sul, cidade próxima dos 45 mil habitantes, 26 m de altitude, debruçada sobre a Lagoa dos Patos, está a 191 Km de Porto Alegre.

São Lourenço do Sul está ligada à história da Revolução Farroupilha, quando na localidade chamada Boqueirão aconteceu uma importante batalha entre os farrapos e as forças monarquistas, com a vitória das tropas farrapos de Manoel Lucas de Oliveira sobre o exército militar de Francisco Pedro de Abreu.

Os colonizadores alemães que foram para a região de São Lourenço do Sul privilegiaram as terras do interior do município, dedicando-se à agricultura enquanto os portugueses permaneceram no povoado desenvolvendo as atividades de comércio. A localidade tem várias praias de água doce destacadas pela beleza da paisagem.

São Lourenço do Sul é uma calma cidade durante o ano e, ao chegar o verão, ganha o agito com a chegada dos turistas e veranistas. Suas praias e o Iate Clube são procurados por muitos que querem desfrutar de suas belezas, as águas da Lagoa dos Patos e de sua infra-estrutura para o turismo.

São José do Norte

São José do Norte está no sul do Estado, na ponta do estreito que separa a Lagoa dos Patos do Mar, divisando a cidade de Rio Grande do outro lado da margem do canal da barra.

São José do Norte tem 25 mil habitantes, está a 3m de altitude e 310 Km de Porto Alegre, seguindo pela BR 392. O trajeto pela BR 101, embora muito belo, é impróprio para a maioria dos veículos pois não está pavimentado. É a chamada estrada do inferno que liga Palmares do Sul à São José do Norte.

São José do Norte é uma cidade rica em tradições históricas, com vestígios da passagem dos índios Carijós, seus primeiros habitantes. Por sua posição estratégica, figurou por duas vezes na história do Brasil, como fator de unidade nacional.

No período de 1763 a 1776 quando, por quase 13 anos, São José do Norte serviu de Trincheira da Nacionalidade, resistindo e impedindo o avanço dos espanhóis, até a expulsão do incômodo invasor.

A segunda passagem histórica aconteceu em 16 de julho de 1840, quando na ruas da Vila Invicta, os farrapos de Bento Gonçalves foram repelidos pela tropa legalista comandada pelo coronel Antônio Soares de Paiva na mais sangrenta batalha da epopéia farroupilha.

Os habitantes de São José do Norte orgulham-se dos visitantes ilustres que por lá passaram, entre eles Dom Pedro I e Dom Pedro II, e das personalidades, como o Almirante Tamandaré e a poetisa Delfina da Cunha, que nasceram nessas terras.

Colonizada por casais de açorianos, foi ali que o governo de São Paulo, antes do povoamento do território gaúcho, determinou a instalação de um posto de vigilância para impedir o avanço de conquistadores espanhóis.

Hoje o município de São José do Norte é reconhecido também pelo cultivo da cebola, que figura como sua principal atividade econômica.

Atrativos Turísticos de Tapes

Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo
Localizada na Av. Assis Brasil, em frente a Praça Rui Barbosa.

Casa da Cultura Rui de Quadros Machado
Abriga a Biblioteca Levino Chaves Martins e o Museu Municipal. Rua João Ataliba, 559.
Fone: 51 3672 1788

Museu Municipal
Objetos doados pela comunidade, foros, obras de artistas locais, jornais antigos, instrumentos musicais, móveis e fósseis. Rua João Athaliba Wolf, 559 – Centro.
Fone 51 3672 1788 R 210


Praia municipal
Área com areias brancas e águas rasas, local apropriado para realização de regatas de optimist e motonáutica. Localizada na Rua João Athaliba Wolf.

Praia dos Pinheirais
Situada no Camping dos Pinheirais, com infra-estrutura do acampamento, numa extensão de 6 km de orla de areias brancas e mata nativa. Durante o verão pode-se praticar esportes náuticos como: jet ski, canoagem. windsurf, além de velejar. Localizada a 6km da sede, no Bairro Pinvest.

Praia do Clube NáuticoTapense
Local com marina, área para pesca, estaleiro, restaurante, quadras de esporte,ssauna e piscina. Realização de eventos aquáticos/náuticos. Situada na Rua João Athaliba Wolf, 1.

Balneário Rebello
Área de areias brancas, águas rasas e arborização com lindas figueiras. O local dispõe de 4 camping e hotel. Situada na rua Vereador Alberto Cardoso Filho, s/n

Praia de Fora
Situada no outro lado do Saco de Tapes. É uma grande extensão com areias brancas e água rasa.

Pontal de Tapes
Península que separa a Lagoa dos Patos do Saco de Tapes. Acesso somente por embarcações que podem ser contratadas junto ao Clebe Náutico.

Tapes

Com 17500 habitantes e debruçada sobre a Lagoa dos Patos em sua formação chamada Saco de Tapes, a cidade está a 95 Km de Porto Alegre.
Na região do atual município de Tapes, na primeira década do século passado, ementos vindos de Rio Pardo e outras paróquias vizinhas, formaram um núcleo onde povoamento denominado Dores de Camaquã.

Em 1817, Manuel José Alecanstro obteve, por doação de D. João VI, a sesmaria de N. Sra. do Carmo. Sem sucessores, em 1832, instalam à margem da Lagoa dos Patos uma charqueada para exploração da indústria do charque. Na proximidade desse estabelecimento, teve origem a cidade, hoje sede municipal.

O nome atual deriva do barco Tapes de propriedade do Coronel Patrício Vieira Rodrigues, antigo dono, das terras onde hoje é a cidade.
Tapes foi habitada inicialmente por índios tupi-guarani,atraídos, atraídos pela fertilidade do solo e pela abundância das pastagens da região, Em 1808, imigrantes açorianos, estabeleram-se na área, instalando estância e charqueadas, que foram a base da economia local por algum tempo.

Posteriormente decorrentes da própria configuração geográfica, desenvolveram-se a pratica da agricultura e pecuária, que constiturem atualmente duas das principais fontes de economia atual. Mesclada com a cultura indígena,os açorianos seguidos de imigrantes de diversas partes da Europa, desenvolveram aqui suas tradições, usos e costumes.

A Praia dos Pinheirais tem uma extensão de 6 Km com orla de areias brancas e mata nativa junto ao loteamento, com aproximadamente 500 residências de veraneio e casas de moradia. O Camping dos Pinheirais tem capacidade para 500 barracas e 50 traillers.

A praia possui toda infra-estrutura do camping, cantina, churrasqueiras ao ar livre, banheiros, supermercado, restaurante, play ground, cancha de bocha, quadras de futebol sete e de vôlei.

O saco de Tapes é apropriado para diversos esportes náuticos como: jet ski, canoagem, windsurf, além de velejar, além da natação que tem aí uma etapa do campeonato mundial.

Rio Grande

Rio Grande está a 310 Km de Porto Alegre, sul do estado onde a Lagoa dos Patos encontra o oceano. Único porto marítimo do Estado, escou por seus armazéns grande parte da produção agrícola e industrial.

Em 1680, Portugal funda a Colônia do Sacramento, na margem esquerda do estuário do Prata, defronte a Buenos Aires.

Próximo a barra chamada do Rio Grande de São Pedro, único acesso oferecido à navegação na costa contínua, deveria estabelecer-se o núcleo pioneiro, de onde Portugal faria irradiar o povoamento, consolidando a posse da terra.

Favorecendo a infiltração de seus súditos, através de Laguna (Santa Catarina) implantada em 1684, Portugal assentara a base de ocupação do Continente de São Pedro, através de estabelecimentos de criação de gado a ocupar grandes extensões de terra. Essa ocupação fez sentir a necessidade de assistência religiosa e, antes de qualquer ação oficial, que estendesse a soberania lusitana ao Continente cobiçado, uma Provisão de 6 de agosto de 1736 criava a Freguesia de São Pedro, a abranger todo o seu território.

No dia 19 de fevereiro de 1737 o Brigadeiro José da Silva Paes, com homens de mar e homens de guerra, desembarcou na margem sul do Rio Grande de São Pedro para estabelecer as fortificações, pelas quais a soberania lusitana se implantaria na região.

Na primeira fortaleza, levantada em local julgado mais propício a operações portuárias, erigiu-se o primeiro templo. O Brigadeiro Silva Paes, devoto da Sagrada Família, deu ao Estabelecimento Militar, classificado como Presídio, o nome Jesus, Maria e José. Em seguida, com o intento de defender aquele reduto de algum ataque pela retaguarda, determinou a construção de um Forte, cerca de 3 km adiante, lá onde se estreita a ponta de terra escolhida para implantação do Presídio, entre as águas do Canal do Rio Grande e as do Saco da Mangueira.

Com o Estabelecimento Militar, deu-se consequentemente o início oficial da colonização desta região. A Freguesia transformou-se rapidamente em Povoado, graças ao impulso dado pelos colonos, provenientes das Ilhas dos Açores e Madeira, aqui chegados na década de 1750.

Em 1751, o Povoado foi levado à condição de Vila do Rio Grande de São Pedro, tendo seus limites demarcados.

Com o crescimento da Vila, em 1760 o Rio Grande, que até então estava sujeito a Capitania de Santa Catarina, passou a ser a Capital da nova Organização Administrativa, a Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Mas os conflitos entre Portugal e Espanha, por disputa de terras no extremo sul, ainda eram constantes. Assim, a Vila foi ocupada pelos Espanhóis em 1763, que aqui permaneceram por 13 anos, quando em abril de 1776, o Governo Português reconquistou a Vila, graças a ação do Sargento-Mor Rafael Pinto Bandeira.

Em 1835, a Vila do Rio Grande de São Pedro, passou a denominação de Cidade do Rio Grande.

Com a Revolução Farroupilha, Rio Grande retornou a condição de Capital da Província, devido a transferência da Sede do Governo Imperial de Porto Alegre, ameaçada pelos Farroupilhas para o nosso Município.

Parque Nacional da Lagoa do Peixe

Parque Nacional Lagoa do Peixe

O parque não dispõe de infra-estrutura ideal para receber turistas. A visitação ocorre, principalmente, por estudiosos e observadores de aves. É possível visualizar a baleia Franca, entre os meses de julho e outubro, migrando para Santa Catarina.

Não é permitido acampar na área do parque. Está localizado nos municípios de Tavares (80%), Mostardas (17%) e São José do Norte (3%).

Foi criado com o objetivo de proteger ecossistemas litorâneos e espécies de aves migratórias que dependem da Unidade para o seu ciclo vital, como também para fins científicos, culturais e recreativos.


O perímetro do Parque é de 160 km. Apresenta vasta planície arenosa, resultante das extensas e numerosas restingas que barram as lagoas costeiras. A cobertura vegetal é campestre e o Parque ainda apresenta dunas, banhados salgados e dunas marítimas. Bioma: campos sulinos.

O Parque Nacional da Lagoa do Peixe é um dos principais refúgios das aves migratórias limícolas na América do Sul e o único Parque do país onde há grande possibilidade de se observar flamingos o ano inteiro, com picos de concentração nos meses de inverno.

Apesar da denominação, a Lagoa do Peixe é, na verdade uma laguna, por causa da comunicação com o mar. Trata-se de uma laguna relativamente rasa, com 60 centímetros de profundidade em média. Somente na barra, onde encontra a água do mar, a profundidade pode chega a dois metros.

A mistura de água doce e salgada, aliada a ventos intensos, permite a concentração de nutrientes, consumidos por uma variedade de pequenos organismos que são a base da cadeia alimentar. As características do local e a fonte de alimento permitem a sobrevivência de uma fauna variada. Além do camarão, há uma variedade de vermes, peixes, caranguejos e moluscos, que garantem a alimentação das aves migratórias e residentes.

A visitação é gratuita, mas não possui guia. Neste caso, o IBAMA sugere a contratação de profissionais de agências do município.

Há duas vias principais de acesso, sendo que em alguns pontos é necessário carro adaptado. A época que compreende de setembro a janeiro é considerada boa devido ao clima, mas no inverno pode-se encontrar mais mamíferos e cetáceos, por exemplo.

Há algumas restrições em épocas chuvosas, com limitações severas ou causa do vento forte e frio.
O IBAMA recomenda que o escritório seja procurado antes do passeio, ou para agendamento prévio ou antes da visitação, onde os turistas receberão as devidas recomendações.

Dicas Importantes!

Binóculos são úteis para observar e máquina fotográfica para registrar as inúmeras espécies de aves. Somente imagens é o que Você levará do Parque!
Não há filmes à venda no Parque.
Entre setembro e março torna-se mais freqüente a presença de mosquitos na região, por isso leve repelente.
O sol forte exige chapéu e protetor solar permanente.
Para as trilhas, carregue a mochila com alimentos leves: frutas, barras de cereais e sanduíches naturais são recomendáveis.
As longas caminhadas sob o sol e ventos insistentes exigem hidratação constante. Leve uma garrafa de água para não ter problemas.
Calçados confortáveis, como pares de tênis usados, são indicados para percorrer as trilhas e caminhar nas margens da lagoa.
No inverno, o vento sul provoca fortes ressacas, o que exige do motorista atenção redobrada nos caminhos próximos às praias.
Nada se leva de um Parque: animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontrados no local fazem parte do ambiente nativo. Somente Imagens são permitidas saírem do Parque. Mais que proibição isto é consciência!
Caçar, pescar e molestar animais silvestres são crimes previstos em lei. Os animais também precisam buscar seu próprio alimento para manter seu ciclo de vida natural.
Entrar no Parque com animais domésticos pode causar problemas, como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.
Todo lixo deve ser coletado e depositado em locais apropriados.
As áreas de visitação pública são restritas.

Área: 36.753,00 ha.

Visitação diariamente das 7h30min às 18h.

Como chegar saindo de Porto Alegre:
RS040 até entroncamento com RS776 para Palmares do Sul
RS776 até entroncamento com BR101 para Mostardas
BR101 até Tavares

Indo de ônibus:
Até Tavares (Expresso Palmares). Até a beira da lagoa não existe transporte público. É preciso contratar uma agência ou fazer o percurso a pé, através de duas trilhas (do Talhamar e da Figueira), com mais de 10km cada. Pela Trilha da Figueira deve-se passar o município de Tavares e entrar à esquerda no 2º trevo. Seguir reto até a Barra da Lagoa.

Ou ainda:
BR101 – liga Palmares do Sul a Mostardas
BR101 – liga São José do Norte a Tavares

Informações fone: 51 3673 1464 ou 9962 7030
Praça Prefeito Luiz Martins, 30. Mostardas, RS,
E-mail: lagoadopeixe@terra.com.br, Responsável: Luísa Juliana Silveira Lopes.

Atrativos Turísticos de Tavares

Conheça o Parque Nacional Lagoa do Peixe

Farol Capão da Marca

Localizado na orla da Lagoa dos Patos, foi construído em 1849 e é constituído de uma torre tubular de ferro pintada de branco. Tem 19m de altura e emite uma luz encarnada com alcance de 13 milhas náuticas. Está cercada de 40m de praia, aproximadamente.


Farol de Tavares

Mais conhecido como Farol de Mostardas, hoje, após a emancipação do município de Tavares, passou a pertencer ao povo dessa localidade. É o maior do litoral norte com 38m de altura e com alcance de 40 milhas mar dentro, emite um facho em cores branca e vermelha, em um intervalo de 40 segundos. Em preto e branco, é imponente e fica na praia do Farol, perto da Lagoa do Peixe.

Laguna dos Patos

Situada a 10 km da sede. Possui águas limpas e tranqüilas, propícias ao banho e à prática de esportes.

Rota Litoral Norte Gaúcho

Os atrativos abrangem o ecoturismo e o turismo de aventura, com o treking e o rapel na Serra geral, incluindo trilhas e cachoeiras na Mata Atlântica, além de sol e mar na faixa litorânea, esportes náuticos e observação de aves na Lagoa do Peixe.

Não deixe de ver:
– o processo de fabricação da rapadura, da cachaça e dos cobertores de lã, da mesma forma como eram fabricados no século passado, além da gastronomia que valoriza o pescado, passando pelo tradicional churrasco gaúcho e também a cachaça e a rapadura;
– o cordão lagunar com mais de 40 lagoas, muitas delas interligadas e pertencentes a rota de aves migratórias e o parque das dunas paralelas à faixa litorânea.

Municípios participantes: Arroio do Sal, Balneário Pinhal, Capão da Canoa, Capivari do Sul, Caraá, Cidreira, Dom Pedro de Alcântara, Imbé, Itati, Mampituba, Maquiné, Morrinhos do Sul, Mostardas, Osório, Palmares do Sul, Santo Antônio da Patrulha, Tavares, Terra de Areia, Torres, Tramandaí, Três Cachoeiras, Três Forquilhas e Xangri-lá.

Informações na Associação dos Municípios do Litoral Norte
Fone: 51 3663 2300
Email: amlinorteturismo@terra.com.br

Tavares

Tavares está situada na península que separa as águas do Oceano das águas da Lagoa dos Patos (ou Laguna).

Tavares tem uma população de menos de 6 mil habitantes, altitude de 15 m e está a 217 Km de Porto Alegre pela BR 101.

Tavares teve início de sua povoação com a chegada do Brigadeiro José da Silva Paes, em 1737, quando fundou o Forte Jesus Maria José no lado sul da Barra do Canal do Rio Grande. Sua origem, por volta de 1760, está na colonização dos casais de açorianos, que dedicaram-se ao cultivo de trigo e centeio, assim como à caça e pesca.

Localizado na orla da Laguna dos Patos, o município de Tavares apresenta faróis de auxílio à navegação, lagos e capões, espécies de pequenas matas geralmente nas recostas, como atrativos naturais.

Atrativos Turísticos de Pinheiro Machado

Pedra de Torrinhas

Formação rochosa que se destaca pela altura e forma de cogumelo. A 70 Km da sede.
Fone 53 32481133.

Granisul Pedreira

Pedreira onde são extraídas as pedras de granito que são exportadas para Itália e Japão, em blocos de 4/5 toneladas.

Vinhedos San Felício

Distante 3 Km da sede pela BR 293.
Fone 53 9972 3615.

B.A.T Vinhas e Vinhos

Visitação aos vinhedos.
Fone 53 9964 8814.

Estância Casa Branca

Com funcionamento permanente e tendo como atividade principal a pecuária, a Estância oferece passeio a cavalo e de charrete, alimentação completa, sala de eventos para 45 pessoas, participação na lida, trilha ecológica, rio para banho, comercialização de produtos coloniais e artesanato, sala de estar com lareira, churrasqueiras e camping. Casa edificada em 1830.
Passo dos Pires, 1º Distrito, distante 11 km da sede municipal por estrada de terra.
Fone 53 9151 0421.
E-mail: casabranca@casabranca-rs.com.br


Pinheiro Machado

Pinheiro Machado está no sul do Estado, próximo a Pelotas. Tem uma população de 14 mil habitantes e está a 354 Km de Porto Alegre.

O município de Pinheiro Machado tem sua criação montada em torno da história de um tropeiro que, ficando cego, fez uma promessa de construir uma igreja caso viesse a se curar lavando seus olhos com a água das cacimbinhas existentes na localidade.

Curando-se, ele construiu a Igreja Nossa Senhora da Luz. Pinheiro Machado é um município de vocação primária (agricultura e pecuária), evoluindo sua matriz produtiva para vitivinicultura e floricultura, florestamento e, nas últimas décadas, vitivinicultura.

Socorro Mecânico em Pelotas

L.A. Fonseca & Cia Ltda
Avenida Fernando Osório, 990
Centro
Fone: 53 32731122 ou 9115 5869
E-mail: lafon.sul@terra.com.br
http://paginas.terra.com.br/servicos/lafonseca/

Locadoras de Veículos em Pelotas

Autolocadora kawski
Carros populares, executivos e utilitários; Assistência 24h; Manutenção rigorosa; Atendimento personalizado; Reservas por e-mail ou telefone
Fone: 053 3283 6118
E-mail: kawski@brturbo.com.br
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Fenadoce é em Pelotas

Fenadoce

Fenadoce em Pelotas

Fenadoce – Feira Nacional do Doce é um evento anual realizado para promover a cultura doceira da cidade de Pelotas – RS para todo o Brasil e exterior. Os famosos doces pelotenses, herança da colonização portuguesa, alemã e italiana, são responsáveis pelo desenvolvimento do setor doceiro que exporta as iguarias para diversas cidades do Brasil.

A Fenadoce nasceu em 1986, criada pelo Poder Público juntamente a outras entidades. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Pelotas – CDL assumiu o evento em 1995 e, desde então, a feira só cresceu. Nas primeiras edições, acontecia a cada dois anos, sempre em um local diferente da cidade. A partir de 2000, tornou-se anual e ganhou endereço certo: o Centro de Eventos Fenadoce, próximo ao principal trevo de entrada do município.

Hoje, a Fenadoce torna-se o centro das discussões de toda a população durante o período em que ocorre. Também atrai visitantes de fora, de outras partes do Brasil e do Mercosul. Convidados ilustres da área da política e do entretenimento sempre comparecem.

Para as doceiras, é a oportunidade de vender e divulgar os deliciosos doces pelotenses. Para os expositores, é a chance de entrar em contato com mais de 300 mil pessoas. Para os visitantes, a Fenadoce oferece um mundo de magia com diversas atrações culturais, gastronômicas e comerciais. Os 19 dias de feira são uma excelente oportunidade para se divertir, fazer negócios e conhecer nossos doces e nossa história.

Dados gerais:

Programação Cultural: 200 shows com artistas regionais

Cinco desfiles temáticos (aproximadamente 100 figurantes, 5 carros alegórios e 20 bonecos gigantes). O responsável pelo desfile e confecção dos bonecos é o mesmo artista que faz o Natal Luz em Gramado.

340 expositores

2 milhões de doces consumidos a casa ano

R$ 22 milhões em volume de negócios

recebe 300 mil visitantes a cada ano

Saiba mais em www.fenadoce.com.br


Pelotas

A primeira referência histórica do surgimento do município de Pelotas data de junho de 1758, através da doação que Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thomáz Luiz Osório, das terras que ficavam às margens da Lagoa dos Patos. Fugindo da invasão espanhola, em 1763, muitos dos habitantes da Vila de Rio Grande buscaram refúgio nas terras pertencentes a Thomáz Luiz Osório. A eles vieram juntar-se os retirantes da Colônia do Sacramento, entregue pelos portugueses aos espanhóis em 1777, cumprindo o tratado de Santo Ildefonso assinado entre os dois países.
Em 1780, o português José Pinto Martins, que abandonara o Ceará em conseqüência da seca, funda às margens do Arroio Pelotas a primeira Charqueada. A prosperidade do estabelecimento, favorecida pela localização, estimulou a criação de outras charqueadas e o crescimento da região, dando origem à povoação que demarcaria o início da cidade de Pelotas.

A Freguesia de São Francisco de Paula, fundada em 07 de Julho de 1812 por iniciativa do padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada à categoria de Vila em 07 de abril de 1832. Três anos depois o Presidente da Província, Antônio Rodrigues Fernandes Braga, outorgou à Vila os foros de cidade, com o nome de Pelotas, sugestão dada pelo Deputado Francisco Xavier Pereira. O nome originou-se das embarcações de varas de corticeira forradas de couro, usadas para a travessia dos rios na época das charqueadas.
A grande expansão das charqueadas fez com que Pelotas fosse considerada a verdadeira capital econômica da província, vindo a se envolver em todas as grandes causas cívicas. Pelotas tem a segunda maior concentração de curtumes do Estado e uma das maiores capacidades curtidoras de couro e peles do Brasil.

O município tem tradição na cultura do pêssego e aspargo. A produção do leite é o grande destaque na pecuária, constituindo a maior bacia leiteira do Estado. Pelotas apresenta um comércio ágil e diversificado com serviços especializados e empresas de pequeno, médio e grande porte.

Fenadoce

Fenadoce em Pelotas

Bacia Hidrográfica

O município de Pelotas está situado às margens do Canal São Gonçalo, que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil As bacias contribuintes de ambas recebem 70% do volume de águas fluviais do Rio Grande do Sul. Esta localização tem importantes reflexos sobre aspectos físicos e econômicos do município.

Rodovias

Pelotas situa-se na confluência das rodovias BR 116, BR 392, BR471, que juntas fazem a ligação aos países do Mercosul e a todas as capitais e portos do Brasil. Está localizada a 250 Km de Porto Alegre, a 135 da fronteira do Uruguai, por Jaguarão, a 220 km, pelo Chuí, e a 600 km da fronteira da Argentina

Ferrovia

Pelotas está interligada ao ramal ferroviário que dá acesso ao Porto de Rio Grande, às fronteiras da Argentina e Uruguai, e a outros estados brasileiros, via Santa Maria. A capacidade de tração do tronco São Borja/Rio grande oscila entre 600 e 1.000 toneladas

Porto

O Porto de Pelotas está localizado à margem do Canal São Gonçalo, que liga as lagoas dos Patos e Mirim. Possui três armazéns alfandegados, com 6000 m² área coberta para armazenagem de carga, e um terminal de carvão mineral, com 5.000m², além de um terminal particular. O porto é dotado de cais acostáveis de três berços, com extensão total de 500 metros e calado de 19 pés. Integra o complexo portuário do Rio Grande do Sul, formado pelos portos de Rio Grande (marítimo), Porto Alegre, Pelotas e Cachoeira do Sul (fluviais), além do encontramento rodo-ferro-hidroviário de Estrela, no rio Taquari

Hidrovias

O sistema hídrico de Pelotas é invejável, sendo formado pelo Arroio Pelotas, Canal São Gonçalo e Lagoa dos Patos, considerada a maior lagoa de água doce do mundo e com enorme potencial econômico e turístico. O Canal São Gonçalo é navegavél em toda a sua extensão e se constitui como ligação entre as lagoas dos Patos e Mirim. Esta última é um importante reservatório de água doce, também localizada na Zona Sul, a exemplo da Lagoa Mangueira.

Princesa do Sul foi o codnome recebido por Pelotas por ser considerada a cidade mais importante da província. Pelotas cresceu e se desenvolveu como nenhuma outra, exercendo grande influência econômica, cultural e política em todo o Rio Grande do Sul. Para falar da história de Pelotas não podemos deixar de falar das Charqueadas, onde tudo se iniciou, em 1780, quando José Pinto Martins fundou às margens do Arroio Pelotas a primeira Charqueada, iniciando a Freguesia de São Francisco de Paula, mais tarde Vila, que em 1835 elevou-se à cidade de Pelotas.

Naquela época, as classes dominantes eram constituídas de fazendeiros (criadores e invernadores), charqueadores e comerciantes. Fazendeiros e comerciantes existiam por toda a Província, mas só em Pelotas estavam os charqueadores. Os charqueadores pelotenses, detentores de poder político e econômico, decorrentes das riquezas obtidas através da exploração e exportação do charque, criaram uma arquitetura aristocrática imponente, condizente com suas aspirações à nobreza, e para isto não mediram esforços. Trouxeram arquitetos famosos da Europa para construir seus palacetes, formando um conjunto arquitetônico único e monumental, de estilo Eclético. Eles quiseram que o lugar prosperasse, e o lugar prosperou. Passear hoje pelas ruas desta cidade nos faz ver este passado com os mesmos olhos daqueles que aqui viveram ou por aqui passaram.

Em Pelotas habitaram nove barões, dois viscondes e um conde, o que colaborou para denominar a sua sociedade como a Aristocracia do Charque, ou, ainda, como os Barões da Carne Seca.

Bela Princesa do Sul, de berço privilegiado, desde o cuidado no seu traçado, até seus mínimos detalhes arquitetônicos, ricamente trabalhados em moldes europeus. Seu glamour foi tal que recebeu este cognome. Seu povo foi responsável pelo seu desenvolvimento e conseqüente crescimento cultural, legando-nos, até hoje, um patrimônio no qual sua história retrata-se.