Agências de Turismo em Foz do Iguaçú

LP Turismo Foz
Prestamos serviços de receptivo, passeios, compras, reservas de hotéis, transporte para grupos e individuais no Brasil, Paraguai e Argentina.
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Hotéis e Pousadas em Foz do Iguaçú

Hotel Blue Star II

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E-mail: hotel_bluestar@hotmail.com


Atrativos Turísticos de Foz do Iguaçú

Hidrelétrica de Itaipu – Circuito Especial

Permite a visita ao interior da barragem. Dispõe de atendimento diferenciado, com monitores bilíngües, utilização de sala especial para a exibição de um filme sobre Itaipu e ônibus especial com água a bordo e roteiro para acompanhamento. O roteiro tem sete etapas (em todas elas é permitido fotografar e filmar):

1ª parada – Estação Mirante Central e Painel do Poty
O visitante tem a visão panorâmica da barragem e do vertedouro. E conhece um painel em azulejos que retrata cenas marcantes da época da construção de Itaipu, composto pelo artista paranaense Poty Lazzarotto.
2ª parada – Estação Barragem de Concreto
No alto da barragem onde estão localizadas as comportas de captação de água para as unidades geradoras, tem-se uma visão privilegiada do reservatório da usina e do Rio Paraná, que segue seu curso.
3ª parada – Estação Catedral
Já no interior da barragem, o visitante descobre a arquitetura côncava, similar a de uma catedral. Passa, ainda, ao lado de condutos (enormes “tubos” brancos) por onde escoam até 700 mil litros de água por segundo, ou metade da vazão das Cataratas do Iguaçu em cada um deles. E conhece o antigo leito do Rio Paraná.
4ª parada – Estação Edifício da Produção
Neste edifício estão os equipamentos que mantêm a usina em operação, inclusive as unidades geradoras. Os visitantes têm a oportunidade de observar o eixo de uma turbina em atividade.
5ª parada – Estação Sala de Comando Central
Aos olhos do visitante, técnicos controlam a operação da usina por meio de computadores e painéis eletrônicos. Uma faixa amarela no chão da sala representa a fronteira entre Brasil e Paraguai. A divisão é apenas simbólica, já que a usina pertence aos dois países.

6ª parada – Estação Canal de Fuga
Deste ponto, observa-se a água que passou pelas turbinas retornar ao Rio Paraná, seguindo seu curso natural.
7ª parada – Estação Galeria
Trabalhadores que andam de bicicleta ou carrinhos elétricos dão a dimensão dessa galeria, que possui 1 km de extensão. Pode-se visualizar as tampas das 20 unidades geradoras.
Quando?
De segunda a domingo, com saídas às 8h, 8h30, 9h30, 10h, 14h, 14h30, 15h30 e 16h. É aconselhável fazer reserva com antecedência.
Quanto?
R$ 30 para adultos, e R$ 15 para pessoas de 14 a 16 anos, acima de 60 anos e brasileiros residentes em municípios do entorno do Parque Nacional do Iguaçu e lindeiros ao lago de Itaipu. Passeio restrito a maiores de 14 anos.
Tem dúvida?
0800 645-4645 / fax (45) 3520-6398 / reservas@complexoitaipu.tur.br
Observação: não é permitido o uso de chinelos, shorts, saias, sapatos de salto alto ou sandálias durante a visita.

Hidrelétrica de Itaipu – Vista Panorâmica

Permite a visão panorâmica da usina, a partir do mirante central, de onde se observa em destaque a barragem e o vertedouro. A visita é feita em ônibus da Itaipu (para visitantes particulares) ou em ônibus de turismo, para quem fizer parte de excursões. Antes da saída é exibido um documentário sobre Itaipu. A duração é de aproximadamente 1 hora e 30 minutos. Está disponível nas duas margens. No Brasil, o visitante tem ainda a opção de fazer a Visita Combinada Usina-Ecomuseu, que inclui uma passagem pelo Ecomuseu após a usina, ou então a Visita Combinada Usina-Refúgio Bela Vista, que prevê uma caminhada de 1 hora e 40 minutos por uma trilha ecológica do Refúgio Bela Vista.
Quando?
No Brasil, de segunda-feira a domingo, às 8h, 9h, 10h, 14h, 15h e 15h30. As partidas para a Visita Combinada Usina-Ecomuseu são às 9h e às 14h, de terça a domingo. Já as partidas da Visita Combinada Usina-Refúgio Bela Vista ocorrem, diariamente, às 8 h, exceto às terças-feiras. Em todas as opções de passeio, a saída é do Centro de Recepção de Visitantes. No Paraguai, de segunda a sexta às 8h, 9h30, 14h e 15h, aos sábados às 8h, 9h30, 10h30, 14h e 15h, e aos domingos às 8h, 9h30 e 10h30.
Quanto?
R$ 13 pela margem brasileira. Crianças entre 7 e 16 anos e adultos maiores de 60 anos pagam R$ 6,50, assim como residentes nos municípios lindeiros. Na margem paraguaia, a entrada é gratuita.
Mais dúvidas?
Brasil 0800 645-4645 / fax (45) 3520-6398 / reservas@complexoitaipu.tur.br
Paraguai (061) 599-8040 / fax (061) 599-8045 / arevalos@itaipu.gov.py

Cataratas do Iguaçu

Uma sucessão de 275 saltos em forma de ferradura que brotam do Rio Iguaçu, na fronteira de Brasil e Argentina.
O que fazer?
Contemplar um dos cenários naturais mais espetaculares do mundo. O visitante caminha por passarelas que o levam a poucos metros da maior de todas as quedas d`água, batizada de “Garganta do Diabo”. A vista das quedas a partir do mirante brasileiro é indescritível. As Cataratas fazem parte do Parque Nacional do Iguaçu, a maior reserva de floresta pluvial subtropical do mundo. As dezenas de quatis que brincam livremente entre os turistas dão uma noção da riqueza da fauna e da flora daquele ecossistema. Na caminhada de 1,5 km pelas passarelas construídas na margem brasileira, é também possível observar vôos rasantes de andorinhões-do-penhasco. Eles adoram água e fazem seus ninhos nos penhascos. Outro ângulo imperdível é o das Cataratas vistas de um elevador panorâmico situado ao final do passeio. No lado argentino, há trilhas de 2,3 km e ótima infra-estrutura, que permite inclusive o acesso de cadeirantes.

Parque das Aves

Um gigante viveiro de aves, localizado próximo ao Parque Nacional do Iguaçu, e considerado o maior parque de aves da América Latina.
O que fazer?
Entrar em enormes viveiros e acompanhar de perto a vida de mais de 900 aves de 150 espécies, muitas ameaçadas de extinção. A grande quantidade de animais, integrada à floresta do Parque Nacional do Iguaçu, inevitavelmente proporciona um raro espetáculo de gorjeios e cores. Na trilha que percorrem para ver as aves, os visitantes são recepcionados por araras-azuis, papagaios e tucanos que brincam soltos. Em cada viveiro há placas com nome científico e regiões do planeta onde são encontradas as espécies. Todos os animais expostos são oriundos de zoológicos, criadores autorizados pelo Ibama ou centros de reabilitação. A visitação, contudo, não é a única preocupação dos proprietários. Eles desenvolvem uma série de pesquisas que procuram intensificar a reprodução em cativeiro.

Ecoaventura

Opções de turismo de aventura no Parque Nacional do Iguaçu e no Paraguai.
O que fazer?
Entrar de cabeça em aventuras que afloram emoções e colocam os nervos à prova. O palco principal para as atrações radicais é o Parque Nacional do Iguaçu. O passeio mais consagrado é o Macuco Safari, uma ousada navegação pelo Rio Iguaçu. Ligeiros botes infláveis rasgam as corredeiras rio acima para levar os turistas a menos de cinco metros das quedas das Cataratas do Iguaçu. Quer mais emoção? A dica é praticar rafting em violentas corredeiras embaladas pelas Cataratas, em botes infláveis, impulsionados a remo. Outra alternativa é o Campo de Desafios, circuito que oferece várias modalidades de esportes desafiadores, como arvorismo, escalada em rocha, escalada indoor , rapel e tirolesa. Uma sugestão aos aventureiros é escalar o cânion do Rio Iguaçu e praticar o rapel, com descidas de 40 metros de altura, tendo as Cataratas como pano de fundo. Para quem não é assim tão chegado a manobras radicais, as trilhas dentro do Parque Nacional do Iguaçu são um passeio seguro e deslumbrante. As sugestões são a Trilha da Bananeira e a Trilha do Poço Preto. No Paraguai, a atração é a edição anual do “Aventura Paraguay”, evento de ecoaventura com três dias de duração realizado em setembro. Os atletas percorrem um circuito de 189 km ao longo do Complexo Turístico Itaipu, que inclui um rapel de 40 metros nos Saltos Monday, canoagem no lago de Itaipu, trekking e bikking.

Missões Jesuíticas

Ruínas históricas construídas por religiosos da Ordem dos Jesuítas no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
O que fazer?
Conhecer as ruínas e igrejas das Missões Jesuíticas revela parte do esplendor da arte européia levada para o Cone Sul pelos padres jesuítas. Ocupavam as reduções jesuíticas os índios guaranis, atraídos pela pregação do Evangelho. As missões eram autênticas cidades instaladas na selva, entre os séculos XVII e XVIII. Além da igreja, que era o centro de tudo, havia hospital, asilo, escolas, casa e comida, oficinas e até pequenas indústrias. Foi nas reduções que se começou a industrializar o ferro, a produzir os primeiros tecidos e a criação de gado no continente. Só no Paraguai e na Argentina, mais de 100 mil guaranis teriam sido reduzidos às missões. No final do século XVIII, depois de grandes conflitos, com milhares de mortos, especialmente de índios, Portugal e Espanha expulsaram os jesuítas. Os índios acabaram exterminados, enquanto as reduções perderam parte da riqueza de antigamente ao longo de batalhas.
Quando?
Ao longo do ano, agências de turismo organizam pacotes partindo de Foz do Iguaçu. O turista conhece as sete missões paraguaias e 14 sítios em território argentino. O roteiro consome um dia inteiro de viagem.
Onde?
Das 30 reduções jesuíticas identificadas no Cone Sul, sete estão no Leste do Paraguai e 14 no Norte da Argentina, bem próximas à fronteira com Foz do Iguaçu, dentro de um raio de 300 km.

Lago e Praias
O que é?
Praias artificiais criadas a partir da formação do lago de Itaipu.
O que fazer?
Curtir o sol escaldante da região em praias de água doce e sem ondas. Boa opção de descanso e lazer para quem gosta de praia, mesmo longe do mar. No verão, o lago de Itaipu e as praias são procurados por turistas dos três países da região. A infra-estrutura disponível tem capacidade para receber até 300 mil visitantes. O Terminal Turístico de Santa Helena é o maior de todos, com 87 hectares de praia, bosque, atracadouros, pavilhão de exposições, restaurantes e áreas de camping, além de quiosques para veranistas. Tobogã, banana boat, pedalinhos e barcos são algumas das opções de diversão. O complexo dispõe ainda de campo de futebol, quadras de vôlei e quadra de futebol de areia.

Compras
O que é?
A fronteira de Brasil, Argentina e Paraguai dispõe de um comércio diversificado, com ofertas de lançamentos mundiais e preços atraentes.
O que fazer?
Percorrer lojas de Foz do Iguaçu, Ciudad del Este e Puerto Iguazú a procura de roupas, bebidas, brinquedos, perfumes, artigos de informática e eletroeletrônicos. Os preços são competitivos, e os produtos de boa procedência e qualidade, quando comprados em casas autorizadas pelos fabricantes. O Paraguai concentra o comércio mais vigoroso. Ciudad del Este já chegou a ser o segundo centro comercial em volume de negócios do mundo. A cidade dispõe de diversos shoppings, que reúnem uma infinidade de lojas de diferentes ramos. Os estabelecimentos mais numerosos são os que vendem artigos de informática e eletroeletrônicos. Na fronteira de Brasil e Argentina, uma opção de compras é o Duty Free Shop, localizado após a ponte Tancredo Neves, antes da aduana argentina. O vestuário é o forte do comércio de fronteira da Argentina. O centro de Puerto Iguazú tem pequenas lojas que oferecem casacos e jaquetas de couro, além de blusas, sobretudos e paletós de lã, cashmere e microfibra. Outro destaque argentino é a gastronomia.

Refúgio Bela Vista
O que é?
É uma unidade de proteção ambiental, criada nos anos 70 para receber milhares de animais “desalojados” pela usina, em que Itaipu pesquisa a produção de mudas florestais, a reprodução de animais silvestres em cativeiro e a recuperação de áreas degradadas.

Ecomuseu
O que é?
O Ecomuseu conserva a história da usina e da região brasileira em que foi construída a hidrelétrica.
O que fazer?
Conferir a exibição inovadora do acervo do Ecomuseu, baseada na interatividade e em recursos de exposição incomuns, como cenários fiéis ao passado e maquetes. O visitante percorre um circuito dividido em módulos que apresentam desde a ocupação da região da usina na margem brasileira até os projetos de conservação ambiental da Itaipu. Dentro desse roteiro estão atrações como os espaços temáticos de água e energia, onde as crianças e adultos participam de oficinas. Há também uma réplica do eixo de uma turbina em atividade, com direito aos ruídos característicos do coração da usina. Um painel de fotos 3X4 homenageia as 40 mil pessoas que trabalharam na construção da hidrelétrica

Canal da Piracema
O que é?
É um canal com 10 km de extensão que liga o Rio Paraná, no trecho adiante da usina, ao reservatório para permitir a migração dos peixes rio acima.
O que fazer?
Observar a passagem dos peixes que tentam chegar ao reservatório. No período da piracema, a migração reprodutiva, que vai de novembro a março, o fluxo é mais intenso. No restante do ano, os peixes migram em busca de alimentos. Eles têm de vencer um desnível de 120 metros com o auxílio de corredeiras e lagoas. Passam pelo canal inclusive espécies de grande porte. O Canal da Piracema também dispõe de uma raia de águas bravas para a prática de esportes náuticos como rafting e canoagem slalon. A existência de obstáculos naturais (blocos de pedra) e artificiais permite a modulação das correntezas e a realização de competições internacionais.

Barragem
O que é?
Estrutura de concreto construída para reter o curso do Rio Paraná e formar o reservatório da usina. É o ponto onde estão instaladas as unidades geradoras de energia elétrica.
O que fazer?
Conhecer o interior da usina. A visão panorâmica, do mirante central, é fascinante. Todavia, o gigantismo da Itaipu é ainda mais perceptível quando se percorre a barragem. Caminhar pelo alto do paredão de concreto rende uma vista privilegiada do reservatório. Dentro dele, as atrações são a arquitetura, que lembra a de uma catedral por causa do formato côncavo, e o antigo leito do Rio Paraná. No Edifício de Produção, o visitante tem a oportunidade de conhecer a sala de comando central, que controla a operação de turbinas e geradores, e a enorme galeria de onde se pode a tampa das unidades geradoras. O giro pela barragem ainda permite a observação do canal de fuga, por onde a água que movimentou as turbinas retorna ao Rio Paraná, seguindo seu curso natural.

Museu da Terra Guarani
O que é?
O Museu da Terra Guarani resgata os 10 mil anos de ocupação e cultura guarani na margem paraguaia da Itaipu.
O que fazer?
Conhecer a fundo a milenar cultura guarani, rica em diversidade e ainda viva na margem paraguaia da Itaipu. O Museu da Terra Guarani ilustra os 10 mil anos de história dos povos indígenas da região. Ao longo dos séculos, estas populações mantiveram suas raízes, inclusive o idioma, o guarani, língua oficial do Paraguai. O acervo inclui um interessante arquivo audiovisual em que os indígenas falam de sua visão de mundo. O Museu da Terra Guarani é uma viagem também pela memória do Rio Paraná e sua natureza.

Zoológico Regional
O que é?
Espaço em que a Itaipu conserva a riqueza da vida animal da margem paraguaia do Rio Paraná.
O que fazer?
Apreciar a riqueza e a diversidade da fauna na margem paraguaia do entorno da Itaipu. O Zoológico Regional de Itaipu abriga espécies nativas em uma área de 12 hectares, com ambientes adequados para que os animais possam desenvolver seus hábitos. Pesquisadores trabalham na reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada e o jaguar. As instalações podem ser percorridas pelo visitante, que também participa de atividades de educação ambiental.

Foz do Iguaçú

Foz do Iguaçu está localizada no extremo oeste do Paraná fazendo a divisa do Brasil com o Paraguay e Argentina.

Sendo um dos mais importantes destinos turísticos do Brasil, Foz do Iguaçu foi a cidade mais visitada do oeste do Paraná em 2006, centro turístico e econômico relevante.

Cidade de cerca de 270 mil habitantes, é dona de uma rede hoteleira e de apoio ao turismo de fazer inveja. Tem ainda o aeroporto Internacional com capacidade para grandes aeronaves e diversas opções de turismo ecológico, compras, cultural e lazer.

Lago de Itaipu Formado pelo represamento do Rio Paraná com a construção da Hidrelétrica de Itaipu possui uma área de 1350 km² de extensão, sendo explorado turisticamente com praias artificiais e passeios de lanchas e barcos, além da prática de pesca e esportes náuticos. Possui ainda equipamentos de lazer como: canchas de areia, playground e campings